A W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um flyer de Natal para a Livraria Nobel, destacando promoção para concorrer a uma cesta de livros.
Aproveitando a proximidade das datas, o flyer também convida a todos para fazer as compras de material escolar na livraria, apontando que só na Nobel o cliente encontra as melhores marcas e ainda jogos e livros didáticos, tudo com preços especiais.
Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Pollyana Pinheiro
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente: Claudia Marques Cunha Silva
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Outdoor e mala-direta para indicar novo endereço
A Studio 8 Clínica Estética mudou de endereço. E para informar os clientes, a W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um outdoor e também mala-direta para eles.
O outdoor chama a atenção pela cor apresentada, chamando a atenção de quem passar por ele. Com a frase “Encontre o caminho de sua real beleza”, traz embaixo o novo endereço onde atenderão os profissionais da Studio 8.
A mala-direta também foi elaborada a partir dessa idéia e apresenta ainda um mapa indicando o novo endereço e um texto falando sobre a mudança.
Direção de criação: Guilherme Lourenção
Diretor de arte: Guilherme Lourenção
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Karen Lucchesi
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Guilherme Lourenção
Aprovação pelo cliente: Marcelo da Silva
O outdoor chama a atenção pela cor apresentada, chamando a atenção de quem passar por ele. Com a frase “Encontre o caminho de sua real beleza”, traz embaixo o novo endereço onde atenderão os profissionais da Studio 8.
A mala-direta também foi elaborada a partir dessa idéia e apresenta ainda um mapa indicando o novo endereço e um texto falando sobre a mudança.
Direção de criação: Guilherme Lourenção
Diretor de arte: Guilherme Lourenção
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Karen Lucchesi
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Guilherme Lourenção
Aprovação pelo cliente: Marcelo da Silva
O Processo da Comunicação (parte 2)
Na edição passada começamos a ver um pouco sobre o processo da Comunicação. Hoje vamos aprofundar um pouco mais neste assunto.
Depois de identificar o mercado-alvo e suas percepções, o comunicador de marketing precisa decidir sobre a resposta desejada do público. Este profissional pode estar procurando uma resposta cognitiva, afetiva ou comportamental. Ou seja, ele pode desejar incutir alguma coisa na opinião dos consumidores, mudar uma atitude ou levar o consumidor a agir.
Ao determinar o conteúdo de uma mensagem, a administração procura estabelecer um apelo, um tema, uma idéia ou uma proposição exclusiva de venda. Neste caso, há três tipos de apelos: racional, emocional e moral.
Os apelos racionais estão relacionados com os interesses particulares das pessoas: afirmam que o produto trará determinados benefícios. Alguns exemplos disso são mensagens que demonstram a qualidade, a economia, o valor e o desempenho de um produto.
Os apelos emocionais tentam despertar emoções positivas ou negativas que motivem a compra. Os profissionais de marketing tentam estabelecer uma proposição emocional de vendas. O produto pode ser similar ao da concorrência, mas possui associações exclusivas que podem ser promovidas (por exemplo, Rolls-Royce, Harley-Davidson e Rolex).
O interesse pela comunicação tem produzido muitas tentativas de criar modelos do processo – descrições, relações de ingredientes. Naturalmente, esses modelos diferem. Nenhum pode ser tido como “correto”, ou “verdadeiro”. Uns podem ser mais úteis que outros, alguns podem corresponder mais que outros ao presente estado de conhecimento sobre comunicação. Havendo um objetivo a comunicar e uma resposta a obter, o comunicador espera que a sua comunicação seja a mais fiel possível. Por fidelidade, queremos dizer que ele obterá o que quer. Um codificador de alta fidelidade é o que expressa perfeitamente o que a fonte quer dizer. Um decodificador de alta fidelidade é o que traduz a mensagem para o receptor com total exatidão. Ao analisar a comunicação, interessa-nos determinar o que aumenta ou reduz a fidelidade do processo
Depois de identificar o mercado-alvo e suas percepções, o comunicador de marketing precisa decidir sobre a resposta desejada do público. Este profissional pode estar procurando uma resposta cognitiva, afetiva ou comportamental. Ou seja, ele pode desejar incutir alguma coisa na opinião dos consumidores, mudar uma atitude ou levar o consumidor a agir.
Ao determinar o conteúdo de uma mensagem, a administração procura estabelecer um apelo, um tema, uma idéia ou uma proposição exclusiva de venda. Neste caso, há três tipos de apelos: racional, emocional e moral.
Os apelos racionais estão relacionados com os interesses particulares das pessoas: afirmam que o produto trará determinados benefícios. Alguns exemplos disso são mensagens que demonstram a qualidade, a economia, o valor e o desempenho de um produto.
Os apelos emocionais tentam despertar emoções positivas ou negativas que motivem a compra. Os profissionais de marketing tentam estabelecer uma proposição emocional de vendas. O produto pode ser similar ao da concorrência, mas possui associações exclusivas que podem ser promovidas (por exemplo, Rolls-Royce, Harley-Davidson e Rolex).
O interesse pela comunicação tem produzido muitas tentativas de criar modelos do processo – descrições, relações de ingredientes. Naturalmente, esses modelos diferem. Nenhum pode ser tido como “correto”, ou “verdadeiro”. Uns podem ser mais úteis que outros, alguns podem corresponder mais que outros ao presente estado de conhecimento sobre comunicação. Havendo um objetivo a comunicar e uma resposta a obter, o comunicador espera que a sua comunicação seja a mais fiel possível. Por fidelidade, queremos dizer que ele obterá o que quer. Um codificador de alta fidelidade é o que expressa perfeitamente o que a fonte quer dizer. Um decodificador de alta fidelidade é o que traduz a mensagem para o receptor com total exatidão. Ao analisar a comunicação, interessa-nos determinar o que aumenta ou reduz a fidelidade do processo
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Conceito de Processo de Comunicação (Parte 1)
Quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, Heráclito destacou a importância do conceito de processo, ao declarar que um homem não pode entrar duas vezes no mesmo rio; o homem será diferente e assim também o rio. Existem oito etapas no desenvolvimento de uma comunicação eficaz. O comunicador de marketing deve (1) identificar o público-alvo, (2) determinar os objetivos da comunicação, (3) elaborar a mensagem, (4) selecionar os canais de comunicação, (5) estabelecer o orçamento total de comunicação, (6) decidir sobre o mix de comunicação, (7) medir os resultados da comunicação e (8) gerenciar o processo de comunicação integrada de marketing.
A maior parte da análise do público é avaliação atual da imagem da empresa e de seus produtos e concorrentes. Imagem é o conjunto de crenças, idéias e impressões que uma pessoa tem em relação a um objeto. As atitudes e ações de uma pessoa em relação a um objeto são bastante condicionadas pela imagem dele.
O processo de comunicação passa por caminhos ora julgados delicados, pois se estabelecem questionamentos sobre aquilo que se comunica, levando-se em consideração que onde há comunicação há convencimento de uma das partes, o que nos remete aos princípios da teoria da comunicação que diz: toda comunicação é informação, mas nem toda informação chega a ser comunicação. A comunicação como informação, supõe a existência dos seguintes elementos: emissor, código, mensagem, canal, interpretação do código e recipiente, que somente se consuma quando o receptor estabelece o feedback com a fonte.
Todo discurso é um percurso, um caminho repleto de forças contrárias, com ruídos, rumores e interferências. A verdade como tal não é esperada por ninguém, o que está em questão em nossos debates é ganhar espaço ou reforçar a imagem, não somente uma proposição que se diz verdadeira.
Se não existe verdade isolada, o paradoxo da difusão será o seguinte: para despertar o interesse de alguém por um enunciado e fazer com que ele o retome, vai ser preciso que o outro leve alguma vantagem, portanto, venha a ser seu co-signatário ou co-produtor, apropriando-se disso, seja lá de que maneira for. Não há difusão, dizíamos, sem tradução, adaptação, nem deformação da mensagem. O discurso "que funciona" permite, certamente, que o indivíduo se reconheça nele e, ainda mais, dê a ele uma imagem de si, relacione-o ao coletivo. As grandes mensagens, religiosas, políticas, estéticas ou civilizadoras são as que trazem uma palavra e um corpo à comunidade.
Na próxima semana, aqui na coluna Intervvalo continuaremos este assunto falando um pouco mais do processo de comunicação que envolve ainda o mercado-alvo e suas percepções, o conteúdo da mensagem, os apelos emocionais, entre outros.
A maior parte da análise do público é avaliação atual da imagem da empresa e de seus produtos e concorrentes. Imagem é o conjunto de crenças, idéias e impressões que uma pessoa tem em relação a um objeto. As atitudes e ações de uma pessoa em relação a um objeto são bastante condicionadas pela imagem dele.
O processo de comunicação passa por caminhos ora julgados delicados, pois se estabelecem questionamentos sobre aquilo que se comunica, levando-se em consideração que onde há comunicação há convencimento de uma das partes, o que nos remete aos princípios da teoria da comunicação que diz: toda comunicação é informação, mas nem toda informação chega a ser comunicação. A comunicação como informação, supõe a existência dos seguintes elementos: emissor, código, mensagem, canal, interpretação do código e recipiente, que somente se consuma quando o receptor estabelece o feedback com a fonte.
Todo discurso é um percurso, um caminho repleto de forças contrárias, com ruídos, rumores e interferências. A verdade como tal não é esperada por ninguém, o que está em questão em nossos debates é ganhar espaço ou reforçar a imagem, não somente uma proposição que se diz verdadeira.
Se não existe verdade isolada, o paradoxo da difusão será o seguinte: para despertar o interesse de alguém por um enunciado e fazer com que ele o retome, vai ser preciso que o outro leve alguma vantagem, portanto, venha a ser seu co-signatário ou co-produtor, apropriando-se disso, seja lá de que maneira for. Não há difusão, dizíamos, sem tradução, adaptação, nem deformação da mensagem. O discurso "que funciona" permite, certamente, que o indivíduo se reconheça nele e, ainda mais, dê a ele uma imagem de si, relacione-o ao coletivo. As grandes mensagens, religiosas, políticas, estéticas ou civilizadoras são as que trazem uma palavra e um corpo à comunidade.
Na próxima semana, aqui na coluna Intervvalo continuaremos este assunto falando um pouco mais do processo de comunicação que envolve ainda o mercado-alvo e suas percepções, o conteúdo da mensagem, os apelos emocionais, entre outros.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O Marketing de Relacionamento
Fazer marketing de relacionamento, ou pós-marketing, significa construir e sustentar o relacionamento da empresa com os seus clientes, promovendo uma integração deste com todos os processos desenvovidos pela organização. Sendo assim, o marketing de relacionamento é uma estratégia de negócios que visa construir um relacionamento com o cliente que contribua para o aumento do desempenho e dos resultados de uma empresa.
Para dar início a uma estratégia de marketing de relacionamento é preciso que a organização, primeiro, escolha o seu público alvo, identificando suas necessidades, definindo os serviços prestados a eles e ter funcionários que sejam motivados e capacitados para atendê- los adequadamente.
Esse relacionamento que a empresa vai ter com o seu cliente traz uma vantagem competitiva para a mesma: ser destaque perante seus concorrentes. Sendo assim, o objetivo maior passa a ser manter o cliente através da confiança, sensação de segurança e credibilidade.
Alguns autores desta área afirmam que para utilizar o marketing de relacionamento e alcançar a vantagem competitiva, a empresa precisa seguir duas regras principais:
Entender que o relacionamento com o cliente é de sua responsabilidade. Portanto, qualquer reclamação ou conflito por parte do cliente é provocado por uma falha empresarial.
Perguntar-se, continuamente, o que pode ser feito para facilitar e melhorar a vida de seus clientes.
Para seguir estas duas regras é importante que a empresa conheça bem o seu cliente e o torne conhecido por todos os seus funcionários. Além disso, deve ainda inserí-lo numa espécie de clube e proporcionar a ele atividades e recursos que só ele e os demais clientes têm acesso.
Visando chegar a este nível, a organização precisa sempre medir a satisfação dos seus clientes. Existem vários programas de mensuração de satisfação e, a maioria deles, além de apontar níveis de satisfação, fornece conhecimento a respeito das expectativas dos clientes e ainda ajudam a empresa a priorizá-las.
Para dar início a uma estratégia de marketing de relacionamento é preciso que a organização, primeiro, escolha o seu público alvo, identificando suas necessidades, definindo os serviços prestados a eles e ter funcionários que sejam motivados e capacitados para atendê- los adequadamente.
Esse relacionamento que a empresa vai ter com o seu cliente traz uma vantagem competitiva para a mesma: ser destaque perante seus concorrentes. Sendo assim, o objetivo maior passa a ser manter o cliente através da confiança, sensação de segurança e credibilidade.
Alguns autores desta área afirmam que para utilizar o marketing de relacionamento e alcançar a vantagem competitiva, a empresa precisa seguir duas regras principais:
Entender que o relacionamento com o cliente é de sua responsabilidade. Portanto, qualquer reclamação ou conflito por parte do cliente é provocado por uma falha empresarial.
Perguntar-se, continuamente, o que pode ser feito para facilitar e melhorar a vida de seus clientes.
Para seguir estas duas regras é importante que a empresa conheça bem o seu cliente e o torne conhecido por todos os seus funcionários. Além disso, deve ainda inserí-lo numa espécie de clube e proporcionar a ele atividades e recursos que só ele e os demais clientes têm acesso.
Visando chegar a este nível, a organização precisa sempre medir a satisfação dos seus clientes. Existem vários programas de mensuração de satisfação e, a maioria deles, além de apontar níveis de satisfação, fornece conhecimento a respeito das expectativas dos clientes e ainda ajudam a empresa a priorizá-las.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Convite para Festa de Confraternização dos colaboradores da Unimed Varginha
A Unimed Varginha vai realizar a Festa de Confraternização dos colaboradores da cooperativa. E para convidar o pessoal, a W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um belo convite para ser entregue aos colaboradores.
Além de informar o local e a hora da festa, o convite ressalta que a Unimed é feita por pessoas e que o colaborador, portanto, faz parte da equipe. Traz ainda o seguinte texto: “Nossos valores Humanos ultrapassam a fronteira de nossas estruturas, intervém nas relações sociais e integra cada colaborador em uma filosofia voltada para a vida com qualidade, responsabilidade e respeito mútuo”.
Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Além de informar o local e a hora da festa, o convite ressalta que a Unimed é feita por pessoas e que o colaborador, portanto, faz parte da equipe. Traz ainda o seguinte texto: “Nossos valores Humanos ultrapassam a fronteira de nossas estruturas, intervém nas relações sociais e integra cada colaborador em uma filosofia voltada para a vida com qualidade, responsabilidade e respeito mútuo”.
Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida Santos
Atendimento: Pollyana Pinheiro e Wellington Espanha
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente: Márcio Pereira, Amanda Fávaro, Dr. José Eugênio, Dr. Roberval Esper
Aprovação pelo cliente: Márcio Pereira, Amanda Fávaro, Dr. José Eugênio, Dr. Roberval Esper
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
W.Espanha cria Cartão de Natal para MinasCor
É chegado o tempo do Natal e os clientes da W.Espanha Comunicação Integrada querem fazer bonito ao desejar as Boas Festas para os seus clientes.
Com o MinasCor não foi diferente. O cartão desenvolvido especialmente para ele esbanjou beleza. Com belas palavras e cores fortes, os pacientes e parceiros do Instituto de Prevenção Cardiovascular se emocionaram com os desejos de amor, harmonia, esperança e paz.
Direção de criação: Júlio César Souza
Diretor de arte: Júlio César Souza
Com o MinasCor não foi diferente. O cartão desenvolvido especialmente para ele esbanjou beleza. Com belas palavras e cores fortes, os pacientes e parceiros do Instituto de Prevenção Cardiovascular se emocionaram com os desejos de amor, harmonia, esperança e paz.
Direção de criação: Júlio César Souza
Diretor de arte: Júlio César Souza
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A Propaganda Mercadológica e a Propaganda Institucional
Já vimos em edições passadas da nossa coluna “Intervvalo” as diferenças entre publicidade, que torna visível um fato, produto ou idéia, e propaganda, que é a propagação de princípios e teorias. Na edição de hoje vamos aprofundar no assunto e falar sobre a diferença entre duas faces da propaganda: a mercadológica e a institucional.
A propaganda mercadológica se associa a anúncios que visam, expressamente, vender produtos como: um carro, uma peça de roupa, um eletrodoméstico, entre outros. Seus objetivos principais são a divulgação e promoção da marca; criação, expansão, correção, educação e consolidação do mercado. Por isso, informação e persuasão são palavras-chaves para esta modalidade de propaganda, que funciona como um elemento vital para que as empresas conquistem mais consumidores.
Já a propaganda de cunho institucional está mais ligada a mensagens que visam fortificar a imagem de uma determinada empresa/organização junto ao seu público-alvo e consumidor. É por isso que ela possui uma linguagem mais elaborada e informativa para gerar simpatia. Ela também visa informar e persuadir, porém com o intuito de fortificar a boa imagem da empresa diante do seu público.
No viés destas duas “modalidades” de propaganda aparece uma terceira nuance, que sugere que a publicidade, além de vender e agregar valor, pode funcionar também como um mecanismo que auxilie na conscientização das pessoas em relação a determinados fatos, costumes e práticas do cotidiano.
E é esta área que gera atualmente muitos estudos, afim de que sejam sugeridos e explicitados novos tipos de benefícios que a publicidade possa proporcionar, fazendo com que, indireta e naturalmente, o estereótipo negativo de que ela (publicidade) “foi feita apenas para vender e persuadir” seja, aos poucos, desmistificado.
Para alcançar este objetivo e fugir do estereótipo negativo, sugere-se que a Publicidade possa também ser compreendida como um meio capaz de informar, educar e gerar consciência por meio de seus aspectos de linguagem.
A propaganda mercadológica se associa a anúncios que visam, expressamente, vender produtos como: um carro, uma peça de roupa, um eletrodoméstico, entre outros. Seus objetivos principais são a divulgação e promoção da marca; criação, expansão, correção, educação e consolidação do mercado. Por isso, informação e persuasão são palavras-chaves para esta modalidade de propaganda, que funciona como um elemento vital para que as empresas conquistem mais consumidores.
Já a propaganda de cunho institucional está mais ligada a mensagens que visam fortificar a imagem de uma determinada empresa/organização junto ao seu público-alvo e consumidor. É por isso que ela possui uma linguagem mais elaborada e informativa para gerar simpatia. Ela também visa informar e persuadir, porém com o intuito de fortificar a boa imagem da empresa diante do seu público.
No viés destas duas “modalidades” de propaganda aparece uma terceira nuance, que sugere que a publicidade, além de vender e agregar valor, pode funcionar também como um mecanismo que auxilie na conscientização das pessoas em relação a determinados fatos, costumes e práticas do cotidiano.
E é esta área que gera atualmente muitos estudos, afim de que sejam sugeridos e explicitados novos tipos de benefícios que a publicidade possa proporcionar, fazendo com que, indireta e naturalmente, o estereótipo negativo de que ela (publicidade) “foi feita apenas para vender e persuadir” seja, aos poucos, desmistificado.
Para alcançar este objetivo e fugir do estereótipo negativo, sugere-se que a Publicidade possa também ser compreendida como um meio capaz de informar, educar e gerar consciência por meio de seus aspectos de linguagem.
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