quarta-feira, 30 de abril de 2008

Novos cenários demandam novas atitudes: marketing holístico

Empresas que atualmente alcançam resultados expressivos e margens de lucro superiores certamente possuem uma visão certeira do futuro de suas marcas; que rumo seguirão.

Em meio a tantas rápidas mudanças que afetam todo o destino das empresas ter sempre viva essa visão é imprescindível. Mais que isso: construir uma visão desafiadora e diferente de tudo o que vem sendo feito é primordial à manutenção de bons resultados.

Temos então diante de nós duas questões importantes e aparentemente difíceis: o mercado muda sempre e a cada etapa por que esse mercado passe é preciso uma nova e surpreendente ação por parte das empresas.

O termo aparentemente não foi por acaso. Se pensarmos que à medida que o mercado muda, ele também oferece mais possibilidades de novas formas de marketing aflorar, já é meio caminho andado.

Um bom exemplo é o fato de que cada vez mais o mercado se torna complexo e exige atenção a detalhes cada vez menores. Tome como base a quantidade de segmentos existentes hoje e a preocupação em se comunicar diretamente a cada um deles.

É nesse momento que revela-se uma importante ferramenta: o marketing holístico. O termo holístico designa a grandiosidade de pormenores que essa aplicação do marketing abrange.

O marketing holístico prevê que diante de um mercado tão segmentado, exigente, competitivo e imediatista, a comunicação considere a interdependência dos interesses e características de consumidores, colaboradores, concorrentes, fornecedores e sociedade.

Sendo assim, essa concepção holística engloba 4 grandes aspectos do marketing que conhecemos hoje: Marketing interno, Marketing de Relacionamento, Marketing Socialmente Responsável e Marketing Integrado (comunicação, produtos e serviços).

As empresas que adotarem o marketing holístico conseguirão temporariamente atender às minúcias atuais e ao mesmo tempo transmitir a imagem de empresa compromissada com o cenário em que atua, com os clientes que confiam em seu trabalho, com satisfação de seus funcionários, ou seja, atenta a todas as questões que as circundam.
Mas apenas temporariamente porque não podemos o marketing holístico como solução única e pronta; lembremos da mutação dos tempos e conseqüentemente do comportamento da sociedade exigindo constantemente novas atitudes em comunicação para novas conjunturas futuras.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

A Comunicação Integrada

Uma das traduções da palavra “comunicar” é transmitir, difundir. É exatamente isso o que uma empresa busca em uma agência de comunicação: a melhor forma de transmitir e difundir sua marca, suas propostas, seus serviços.

Porém, fazer comunicação é muito mais do que realizar um anúncio, um outdoor ou uma campanha. Hoje a comunicação deve ser integrada, ou seja, deve ser um conjunto articulado de ações, estratégias e produtos, planejados e desenvolvidos com o objetivo de consolidar uma marca junto à sociedade como um todo.

Como diz a autora Margarida M. Krohling Kunsch, a comunicação integrada “pressupõe uma junção da comunicação institucional, da comunicação mercadológica, da comunicação interna e da comunicação administrativa (...). E a soma de todas essas atividades redundará na eficácia da comunicação nas organizações”.

Para se trabalhar nesse âmbito de comunicação integrada, a agência não pode atuar em regime de separação de departamentos, como atendimento, redação, mídia, assessoria, criação. Não! Uma agência que trabalha sob os preceitos da comunicação integrada trabalha em equipe. Isso porque os trabalhos a serem realizados para um cliente não pode ser resultado de um trabalho individual.

A comunicação integrada envolve um diálogo produtivo, um planejamento em conjunto. Por isso todos os colaboradores devem estar alinhados em busca de um objetivo: a melhor solução de comunicação para ser oferecida ao cliente. E nisso, a W.Espanha sai na frente. Sempre em busca da excelência em comunicação, ao longo dos seus 12 anos no mercado comunicacional, nossa agência se orgulha de ter profissionais que estão sempre dispostos a discutir, a propor idéias inovadoras, a buscar a melhor forma de comunicação para ser oferecida aos clientes.

Atuando desta maneira, nosso trabalho apresenta muito mais resultados já que oferecemos marketing como um todo, em vez de focar em partes isoladas do mesmo.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

A busca pela inovação

Inovar sempre! Essa é a frase, digamos “slogan”, mais utilizado pelas empresas nos últimos tempos. No âmbito comunicacional nem se fala, as agências buscam sempre novas formas de revolucionar no mercado, porém muitas não sabem ao certo o sentido “inovador” da palavra.
O que as agências oferecem? Publicidade, correto? O cliente quer publicidade, quer ver sua empresa na mídia e ele tem razão? Tem sim. Porém as agências não devem se ater à propaganda pela propaganda. É daí que começa a surgir o pensamento inovador.

O primeiro passo para a inovação é ter a percepção daquilo que Pierre Lévy denomina de inteligência coletiva, a qual não se restringe apenas aos aspectos virtuais. Essa inteligência voltada para o âmbito da gestão quer dizer “conhecimento”.
Para que se possa levar ao cliente propostas inovadoras, faz-se necessário o conhecimento do todo, conhecer o cliente, conhecer seus concorrentes e principalmente conhecer o que vendemos - nossa empresa.

A W.Espanha já possui esse aspecto inovador e por onde começamos a exercitar essa inovação? Em nosso ambiente interno. Trabalhar em equipe, dar feedback a todos os setores, expor e aceitar opiniões, incentivar, saborear vitórias, dividir problemas e propor soluções são algumas das premissas utilizadas na empresa. Tudo isso vai gerando aquilo que chamamos de auto-confiança e motivação. Isso gera inovação, uma vez que a equipe possui mais disposição e capacidade de criar e não meramente executar.

É a partir desse “conhecimento interno” que propomos aos clientes melhores soluções em comunicação, pois em vez de oferecermos apenas propaganda, oferecemos gestão. Esse certamente é o grande diferencial das agências: oferecerem a gestão e a comunicação bilateral.

Inovar é correr riscos, porém esses ricos podem ser mensurados através de um bom planejamento. Isso é gestão. É planejar tanto o ambiente interno quanto o externo como um todo. Meus funcionários estão satisfeitos? Meus clientes estão dando um bom retorno? Minha empresa possui a imagem e identidade que realmente eu desejo e meus clientes esperam?

A resposta para essas perguntas são simples e podem ser facilmente resolvidas se a empresa possuir, acreditar e executar ações visionárias. Só assim as empresas, em especial as agências de comunicação, conseguirão alcançar a tão sonhada inovação e conquistar o mercado que vive seu mais alta taxa de saturamento.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Propaganda, planejamento e os ditos populares

Quando grande parte da população mundial acredita conhecer a fundo sobre a arte da comunicação, o entendimento de suas ferramentas e os possíveis resultados trazidos após sua aplicação são, certamente, grandes diferenciais para os profissionais da área, uma vez que este comportamento aponta, muitas das vezes, para decisões inadequadas, que somente um especialista da área tem fundamentação para decidir.

O senso comum empresarial aponta para a existência e domínio de técnicas e ferramentas que demandam profundo conhecimento. Assim, uma grande parcela das empresas adota políticas de comunicação ou definem suas estratégias de marketing baseado nas convicções populares ou mesmo nas percepções de entendimentos sobre a área. Assim nascem os pseudos-profissionais, os pseudos publicitários e uma grande frustração nos resultados dos investimentos em propaganda ou será despesa?

Diante do grande número de informações por meio de ações da comunicação, é preciso mais que dizer pura e simplesmente quais as características do produto/serviço que se anuncia. Campanhas criativas e mídias alternativas são apenas algumas das maneiras de se conseguir chamar a atenção do consumidor. O mais desafiador é convencê-lo. Os profissionais devem lançar mão não só da propaganda, mas do marketing, das relações públicas, vendas pessoais e promoção de vendas com forte embasamento teórico e prático da área e sem dúvida do Planejamento Estratégico como base para todas estas ações.

O atual cenário do mercado e das empresas brasileiras mantém o desafio com que sempre se deparou. Mas, agora potencializado por alguns fatores bastante significativos, como a abertura da economia, baixa inflação, ganhos operacionais e não financeiros, o consumidor muito mais informado e exigente, o acirramento da concorrência, busca por fatores de diferenciais, valores agregados e empresas com alto nível de profissionalização. Todas estas variáveis encerraram definitivamente um período em que o mercado brasileiro atuou numa economia fechada, com inflação alta e ganhos predominantemente financeiros, além de um grande número de empresas com gestão familiar.

Dentre outras questões que se pode levantar resta uma certeza: o mercado de hoje não é mais o mesmo de 10, 20 ou 30 anos atrás, no qual somente uma ação de comunicação de massa oferecia condições de se alcançar os seus consumidores em um só momento, de uma só vez todas as questões de comunicação e marketing da empresa poderiam ser resolvidas. Hoje o cenário é de alta competitividade, crescente concorrência, reduzidas margens de lucratividade e um consumidor cada vez mais atento e conhecedor das centenas de opções disponíveis para ele tomar uma decisão de compra assertiva. Basta pensar nas possibilidades que a internet oferece para o comércio eletrônico, sem sair do lugar.

Há 20 anos poderia ser simples atingir este consumidor, sem muita técnica ou estudos. Hoje, entretanto, a atenção do consumidor é um recurso cada vez mais escasso. Todos estão ocupados demais para ouvir o que qualquer empresa tem a dizer. As pessoas estão cada vez mais seletivas, simplesmente não conseguem registrar o volume de apelos aos quais são submetidas diariamente pelas dezenas de opções de mídias existentes. Assim, o estudo das teorias do marketing não se fazia tão fundamental e essencial para o sucesso dos empreendimentos. A inexistência de uma postura altamente profissional no que diz respeito à comunicação, ao marketing e a todas as ações de relacionamentos com os clientes tratadas e desenvolvidas através de bases técnicas, planejamento e fundamentalmente por profissionais qualificados para esta atividade, não se faziam tão necessárias a ponto de estudos acadêmicos interferirem no sucesso do antigo mercado. A partir de estudos aprofundados de seus clientes, da experiência vivenciada ao longos dos mais de 12 anos de mercado e com equipe altamente qualificada, a W.Espanha desenvolveu uma metodologia de trabalho que atua nas duas frentes – comunicação e planejamento - assim toda a base de comunicação parte do desenvolvimento do planejamento estratégico empresarial.

Metodologia de trabalho W.Espanha – X-WAP

- Todo o trabalho nasce da construção de PE de MKT com utilização de ferramentas da administração. (SWOT, PDCA, ANSOFF, BCG)
- A segunda etapa é estabelecer as estratégias de acordo com os objetivos da empresa.
- A terceira fase é a de estabelecimento do plano de ação através da metodologia 5W2H.
- Nesta fase é estabelecido o posicionamento e a construção do plano de comunicação com o mercado.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Diferencial em Comunicação

Essa é uma daquelas reuniões que gera uma idéia brilhante e a gente quer compartilhar essa idéia com todo mundo. Assim nasceu a coluna Inteligência W.Espanha numa tarde de segunda-feira, e cá estamos e estaremos nós, todas as terças, juntamente com o Correio do Sul, é claro, no intuito de abrir um espaço considerado importante e que tem, por objetivo, expor e propagar novas idéias no âmbito da comunicação.

Acompanhando o atual cenário da propaganda sul mineira, incluindo todas as particularidades e dificuldades inatas, não é difícil observar que muito se fala – e se pratica – em peças gráficas, áudios, vídeos, eventos e demais ações já conhecidas. No entanto, raras são as vezes em que percebemos (ou melhor, os clientes percebem e comentam) o interesse de agências em brecar esse impulso criativo e refletir sobre o planejamento estratégico.

Voltando nosso olhar para algumas específicas agências de maior porte, verificamos que isso já vem sendo feito. Uma que podemos citar, de forte expressão, é a GAD’ Branding & Design. Melhor ainda, ela soube além de pensar, publicar suas reflexões de planejamento estratégico em recente periódico.

Em uma época em que se gasta tanto esforço e tanto fosfato é queimado na ânsia por idéias nunca dantes utilizadas, porque não iniciar a implementação desse importante (indispensável, inclusive!) item da comunicação integrada, como um diferencial competitivo?

Ora! Como gerar vendas a partir de uma bem estruturada e aplaudida campanha se os funcionários não estão treinados para atender a demanda? Pior: eles nem sabiam da campanha. Pior ainda: não tem informações sobre o lançamento do produto que foi anunciado.

Logo se percebe que há uma seqüência lógica de passos a serem seguidos e que a comunicação deve se iniciar de dentro para fora, ou seja, de dentro da cabeça (planejamento estratégico) para fora dela (publicidade e propaganda).

É nesse momento que introduzimos um diferencial enquanto agência, (quando todos pensavam já terem se esgotado o leque de diferenciais a serem utilizados): o Sistema de Inteligência em Comunicação.

Mais um amontoado de palavras de impacto e encanto para convencer o consumidor? Cremos que não. Acompanhe: Sistema porque é composto por processos, procedimentos, e uma lógica entre os mesmos. Inteligência, pois foi pensado, estudado, premeditado. E comunicação é o foco do sistema.

O que esse Sistema de Inteligência em Comunicação propõe é justamente evitar que “apertos” e falhas, como a citada anteriormente, não aconteçam, uma vez que, sendo um sistema, todas as ações que o compõem estão interligadas.

Basicamente, o sistema é composto por 4 etapas: Planejamento Estratégico, Análises, Planejamento Estratégico de Marketing e Publicidade e Propaganda. Dentro de cada etapa são definidos itens como:

- Elaboração da Missão, Visão, Valores, Políticas e Negócio;
- Identificação dos Fatores Críticos de Sucesso e Análise de Cenários;
- Identificação de Oportunidades de Mercado;
- Elaboração dos Objetivos e Metas, Estratégia Corporativa, Marketing Mix, Cadeias de Valor e Definição do Posicionamento;
- Programas de ação, Implementação das ações, Projetos e Avaliações Financeiras;
- Definição do Nome da Empresa;
- Estudo de Marca;
- Comunicação Visual Interna e externa;
- Qualificação do Público Interno;
- Manutenção da Marca;

Veja bem: não se destina esse artigo a detonar a propaganda e, sim, apenas colocá-la em seu devido e merecido lugar: como uma etapa. E dar destaque às demais etapas que são de importância equivalente à propaganda, porém precisam ser definidas anteriormente a ela.

Cremos que a referência que possuímos como agência no Sul de Minas e os resultados concretos que alcançamos para clientes e parceiros, se devem à postura voltada para a prática desse sistema, inclusive a formação de equipe especializada em Planejamento, alocada no Grupo Planejar, do qual a W.Espanha faz parte.

Atentem-se publicitários e estudantes da área: qualidade, benefícios, custos, pronto atendimento e pró-atividade foram diferenciais. Hoje não são mais. São obrigação. A propaganda possui essa face um tanto quanto ingrata: o que se pratica como diferencial, em pouco tempo, se torna obrigação. Mas se assim não fosse, não nos inquietaria a procurar novas soluções, e essa é a graça.