quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Peças prontas para o Instituto Empreendente iniciar atividades

O Instituto Empreendente deu sinal verde para a produção de todas as peças desenvolvidas pela W. Espanha para o início de suas atividades. Foram criadas: placa de identificação, placa de entrada, fachada, folder, flyer e cartaz.

O Instituto Empreendente está localizado em Alfenas e tem o objetivo de formar e desenvolver profissionais empreendedores, competentes e comprometidos com o desenvolvimento da sociedade, atuando nas áreas Corporativa, Profissional e Empreendedora.

Alguns cursos que estão disponíveis são: Liderança Aplicada, Gestão de Equipes, Motivação e Produtividade, Negociação e Persuasão, Marketing Pessoal, entre outros.

Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Anelise Carvalho Elizei / Wellington Espanha
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério AzevedoA
provação pelo cliente: Luiz Gonzaga
Folder (capa)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A história do Jornalismo Institucional e da Assessoria de Imprensa

Hoje em nossa coluna Intervvalo vamos falar um pouco sobre o surgimento do Jornalismo Institucional e da Assessoria de Imprensa. Há que se considerar que,não se sabe precisamente quando tiveram início as primeiras práticas dessas áreas nas empresas.

Há aqueles que dizem que as primeiras publicações empresariais surgiram no século XIX, na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, com o objetivo de atenuar o descontentamento interno em diversas organizações.

Outros consideram que essas primeiras manifestações, que misturavam técnicas de jornalismo, relações públicas e publicidade, foram realizadas por Samuel Adams, atendendo a um grupo de revolucionários, no ano de 1772.

Já no ano de 1868 surgem as expressões “agente de imprensa” e “divulgador”. Foi Yve Lee, em 1906, que brigou pela diferenciação entre esses dois profissionais, declarando em uma carta à imprensa, sua Declaração de Princípios, onde dizia que "todo o trabalho é feito às claras, com o intuito de divulgar notícias com valor e interesse para o público e não distribuir anúncios".

Aqui no Brasil, se tem notícia de que a primeira empresa a se preocupar com sua imagem foi a Light, que tinha um departamento de Relações Pública e, foi no Governo Vargas (1938), que foi criado oficialmente o primeiro serviço de atendimento a imprensa, através do Decreto n° 3.371. O objetivo era divulgar, positivamente, os atos e as obras do governo.

Em 1970, no Governo Médici, houve uma expansão da assessoria de imprensa como mercado de trabalho, o que nos anos 80 foi consolidado, junto a empresas e instituições. Em 84, ocorrem as primeiras reuniões regionais e nacionais entre jornalistas para trocar experiências e surge, então, o 1° Manual de Assessoria de Imprensa.

Para se ter uma idéia da importância do jornalista profissional em assessoria de imprensa, vários estados criaram uma legislação específica para essa área no setor público.

Nos próximos artigos, vamos acompanhar um pouco mais sobre o que é Jornalismo Institucional e Assessoria de Imprensa e como é o trabalho desempenhado pelos profissionais dessas áreas.

W.Espanha cria anúncio para Sema-Seg

Com o tema “Compromisso com a Comunidade: Sinal de Responsabilidade Social”, a W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um anúncio de ½ página da Sema-Seg, para a edição do primeiro bimestre do ano da revista Compras Municipais.

O anúncio foca a idéia de que trabalhar para o desenvolvimento e bem-estar da sociedade é compromisso não só da prefeitura, como também das empresas que trabalham visando o desenvolvimento e crescimento das cidades.

Direção de criação: Guilherme Lourenção
Diretor de arte: Guilherme Lourenção
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Anelise Carvalho Elizei
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Guilherme Lourenção
Aprovação pelo cliente: Marcos Valério, Cláudio.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Comunicação: informar, persuadir, divertir

No artigo desta semana vamos falar um pouco mais sobre a comunicação e suas metas.

Aristóteles definiu o estudo da retórica (comunicação) como procura de todos os meios disponíveis de persuasão. Discutiram-se outros possíveis objetivos de quem fala, mas deixou nitidamente fixado que a meta principal da comunicação é a persuasão, a tentativa de levar outras pessoas a adotarem o ponto de vista de quem fala. Esta forma de ver o objetivo da comunicação continuou aceita até a última parte do século XVIII, embora a ênfase se tivesse deslocado dos métodos de persuasão para o que houvesse de “bom” em quem falava.

No século XVII, apareceu uma escola de pensamento conhecida como psicologia das faculdades, que fazia distinção nítida entre a alma e a mente, atribuindo faculdades distintas a cada uma delas.

Pelo fim do século XVIII, os conceitos da psicologia das faculdades haviam invadido a retórica. O dualismo mente-alma era interpretado como base para dois objetivos de comunicação independentes. Um deles era a natureza intelectual ou cognitiva; o outro, emocional. Um tocava à mente, o outro à alma. Por esta teoria, um dos objetivos da comunicação era informativo – um apelo à mente. O segundo era persuasivo – um apelo à alma, às emoções. O terceiro era o divertimento, e argumentava-se que poderíamos classificar as intenções do comunicador, e o material de apoio por ele usado, dentro destas categorias.

A psicologia das faculdades já não é defendida pelos psicólogos, mas seus restos ainda existem na definição da intenção comunicativa.

A distinção informar-persuadir-divertir causou ainda outra forma de confusão. Tem havido tendência a interpretar esses propósitos como exclusivos: alguém não está dando informação quando está divertindo, não está divertindo quando está persuadindo, etc. Evidentemente, não é assim. No entanto, essa distinção é freqüente. Por exemplo: é comum, hoje, distinguir entre educação (informar), propaganda (persuadir) e diversão (divertir). Nos veículos de informações públicas, procuramos distinguir entre programas educativos e programas de diversão – sem proporcionarmos qualquer base razoável para a distinção. Alguns comunicadores profissionais dos setores da imprensa e da educação afirmam que não procuram convencer as pessoas, mas simplesmente lhes dão informações. Da mesma forma que os profissionais tendem a atuar de forma separada ou mesmo, segundo Sampaio (1999), qualquer pessoa entende de comunicação.

Tudo pronto para o Programa “Ponto pra Você, da Unimed Varginha, começar em 2009

O programa Ponto pra Você foi lançado ano passado pela Unimed Varginha, numa realização do Núcleo de Desenvolvimento Humano da cooperativa. Trata-se de um programa de pontuação voltado para os médicos cooperados, para incentivá-los a participar dos eventos promovidos pela Unimed Varginha.

Com o término de 2008 foi fechada a pontuação do Ponto pra Você, e no dia 12 de fevereiro haverá a premiação aos cooperados que tiveram um percentual igual ou superior a 70% dos pontos disponibilizados e aos três cooperados que atingiram o maior número de pontos serão premiados com certificados e condecorados como “Cooperado destaque do Ano”.

Em neste ano tem mais programa Ponto pra Você! As ações serão iniciadas no dia 12 de fevereiro e para isso, a W.Espanha desenvolveu e-mail marketing e convite para chamar os cooperados a participar da palestra “Desafios no Mercado de Saúde x Resultados da Cooperativa”, que já contará pontos para o Ponto pra Você deste ano.

Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Anelise Carvalho Elizei
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente: Márcio Pereira, Amanda Fávaro, Dr. José Eugênio, Dr. Roberval Esper


E-mail Marketing

Convite

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Seu estilo de vida: sua Marca.

“Marcas grandes e duradouras tornam-se ícones – não só das empresas, mas das culturas como um todo. Coca-Cola não é só o logotipo mais reconhecido do mundo, como também se tornou um símbolo do modo de vida ocidental” (MARK; PEARSON, 2001).

Em um artigo anterior falamos da importância de se dar personalidade para as marcas. Nele, comentamos que algumas delas carregam consigo características pessoais que denotam verdadeiros estilos de vida, e que estes, por sua vez, seduzem e tornam as marcas alvo da escolha do consumidor quando esta passa por questões subjetivas e emocionais.

Cada pessoa carrega consigo experiências diferentes, vivência e significações diferentes. Ao receber uma série de simbologias, estas devem estar embasadas em seus hábitos comuns referentes a sentimentos elementares, valores, ideologias, enfim, sua lógica existencial. O que uma marca faz o consumidor sentir? É isto que deve ser levado em consideração ao criar personalidade ou significado para a sua marca. O ato da compra pode significar muito mais que a simples aquisição de um bem. Seria uma ação que promove sentido ao seu ser.

Coca-Cola só se tornou um símbolo icônico, ou seja, representativo do modo de vida ocidental, porque o estilo de vida que expressava e representava, ia de encontro a uma série de crenças da sociedade ou de indivíduos naquela época. Hoje, ao pensar uma identidade para a construção da personalidade da marca é necessário pensar nas crenças e valores de cada indivíduo que, motivado pela identificação com tal personalidade, conduzirá seu comportamento.

Desta forma, ao representar sua marca e inserir nela características pessoais que denotem estilos de vida, é necessário entender o que move os indivíduos, bem como o que determinados símbolos representam em sua história e o que sentem ao incorporarem tais representações.