quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Ceci Moda Íntima deseja boas festas e informa férias coletivas

A Ceci Moda Íntima, de Juruaia, enviou um e-mail marketing, criado pela W.Espanha Comunicação Integrada, para seus clientes e parceiros.

E e-mail marketing teve duas funções: desejar boas festas e informar que a loja estará em férias coletivas entre os dias 24 de dezembro e 02 de janeiro.

Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida Santos
Atendimento: Wellington Espanha
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente:

E-mail marketing

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A personalidade da marca

Walter Benjamim já dizia que se a mercadoria tivesse uma alma, aquela alma com a qual Marx ocasionalmente faz graça, ela seria a mais plena de empatia já encontrada no reino das almas, pois deveria procurar em cada um o comprador a cuja mão e a cuja morada se ajustar (FONTENELLE em “O Nome da Marca”, 2002).

Houve um tempo em que a demanda pela mercadoria era maior que a produção. Não havia concorrência entre marcas, e os produtos podiam ser vendidos simplesmente por seus atributos tangíveis, simplesmente pelos serviços que desempenhavam. Hoje, a concorrência entre marcas é tão grande e a disputa para se atingir a mente do consumidor podendo ser alvo de sua escolha é tamanha que um produto não pode se vender apenas por seus atributos básicos. A guerra do marketing se dá em um nível muito mais profundo, complexo, psicológico. Entretanto, os valores subjetivos agregados não se limitam à saúde, segurança, etc. Se assim fosse, poucos argumentos representariam verdadeiros diferenciais psicológicos. Na verdade, estas marcas precisam assumir características pessoais, ou seja, inerentes à personalidade humana.

De acordo com Sigmund Freud, a personalidade deriva do conflito entre o desejo para satisfazer as necessidades materiais e a grande necessidade de se sentir aceito, de fazer parte de um grupo na sociedade. Observando determinados elementos que, intrínsecos na personalidade da marca, são capazes de seduzir e gerar identificação, podemos, dentro de um contexto de marketing integrado, levar à nossas marcas diferenciais subjetivos capazes de fazer com que o público consumidor identifique-se, veja nelas um espelho de seu próprio estilo de vida, ou ainda, do estilo de vida que gostariam de ter, daquilo que gostariam de ser.

Esta personalidade, a qual Walter Benjamim definiu como alma, deve expressar sentimentos inerentes, reações inerentes, desejos e medos inerentes, enfim, desencadear no consumidor o processo que chamamos de identificação com seus próprios sentimentos, reações, desejos, medos, características da sua própria personalidade, ou da personalidade que gostariam de ter.

Hoje, portanto, não se concebe mais uma marca sem alma, ou seja, sem personalidade.Nos próximos artigos, veremos como simbolizar a marca de forma que sua personalidade represente verdadeiros estilos de vida.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

E-mail marketing de natal para a Expresso Print

A Expresso Print, bureau de publicidade e gráfica rápida, enviou um belo e-mail marketing de Natal para seus clientes, fornecedores e parceiros.

Desenvolvido pela W.Espanha, o e-mail marketing é todo colorido e convida a todos e viver com mais arte no ano de 2009.

Direção de criação: Thiago André de Souza
Diretor de arte: Thiago André de Souza
Redação: Juliana Cândida Santos
Atendimento: Wellington Espanha
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Thiago André de Souza
Aprovação pelo cliente: Alessandra Espanha

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Diferenças nos discursos das publicidades

Já vimos em edições passadas da nossa coluna Intervvalo, sobre a publicidade que agrega valor e a publicidade que conscientiza. Hoje vamos ver um pouco mais sobre a diferença de discursos dessas duas modalidades de publicidade.

Através de duas expressões, pode-se entender melhor a diferença entre uma publicidade que agrega valor e a publicidade que conscientiza. A mensagem da publicidade que agrega valor afirma, em suas entrelinhas, que “nós fazemos”; diferentemente da publicidade que conscientiza, que visa estimular o receptor com o claro discurso de que “você pode fazer”.

Analisando as ONG’s, elas se pautam não por vender produtos, mas sim por propagar suas ideologias, buscando que o indivíduo pense, reflita e queira agir a partir de suas reais propostas.

Sendo assim, elas (ONG’s) buscam fazer com que ele (receptor) tome consciência da necessidade em agir, comunitariamente, a partir das questões sociais. “Você pode fazer” com que o meio ambiente seja resgatado, o trânsito seja mais tranqüilo, que a educação tome novos rumos.

Enfim, essas são algumas das propostas que podem ser exploradas pela publicidade que visa conscientizar.

Já a publicidade cuja mensagem se pauta pela expressão “nós fazemos” significa que ela (empresa) faz o melhor produto, apenas ela se pauta pela responsabilidade social, ela é o máximo e seus princípios políticos são únicos. E o que ela vende; educação? Não, produtos!

A principal diferença é que a publicidade que conscientiza tem como propósito a ação coletiva e pensa no bem comum. Já a publicidade que agrega valor age de forma individual, voltada apenas para as questões de interesse da empresa.

Esse exemplo leva à compreensão do que é a publicidade que conscientiza, uma publicidade pouco explorada e, até hoje, conhecida por poucos, uma vez que, o que interessa no mundo capitalista parece ser simples e puramente a publicidade que dá lucro.

A publicidade que conscientiza não visa ao lucro, pois ela está atrelada, dentre outras faces, à educação. Sua função é educar o ser humano para as questões sociais. Além de uma publicidade consciente, isso a torna extremamente ética, pois se pauta por princípios de coletividade e cooperação - “você pode fazer”: a ação começa individual e, a partir daí, se torna coletiva por meio das comunidades.

Assim sendo, a publicidade que conscientiza visa “vender” educação através das informações, trabalhando com o exercício e espírito de cidadania. É a partir daí que se começa a entender o principal objetivo dessa nova publicidade.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Taiyo Motors com promoção “Genial”

A Taiyo Motors está com a “Promoção Genial Taiyo” e para chamar os clientes a aproveitar foram desenvolvidos dois vídeos, sendo um de 30” e um de 15”. Adicionar imagem

No vídeo, um rapaz encontra uma lâmpada mágica de onde sai o Gênio para realizar os seus três desejos. O rapaz então pede o melhor carro do Brasil, parcelado em 24 vezes, sem juros, e que paguem bem pelo semi-novo dele. Então o Gênio o faz aparecer na Taiyo Motors, única concessionária que atende a todos esses desejos, e dentro do Corolla, o carro mais vendido da categoria.

O vídeo foi veiculado nas emissoras de TV em Varginha, para toda a região.

Direção e Redação: Juliana Cândida Santos
Atendimento: Pollyana Rezende e Wellington Espanha
Mídia: Karen Lucchesi
Produção: RGB Vídeo
Aprovação pelo cliente: Jair Lopes, João Carlos Meneses.


Nobel agora tem banner com seu mascote

A W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um banner para a Nobel com o mascote da livraria.

A partir de agora em todos os eventos que incentivarem a cultura a Livraria Nobel estará presente e representada integralmente pelo seu banner com o mascote.

Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Pollyana Pinheiro
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente: Claudia Marques Cunha Silva


Banner

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Cartão de Natal da Unimed Varginha é criado pela W.Espanha

A W.Espanha criou um lindo cartão de Natal para os clientes e parceiros da Unimed Varginha.

No ano de 2008 como a cooperativa se empenhou ao máximo para promover o bem estar das pessoas ressaltando, inclusive, sua responsabilidade sócio-ambiental, o cartão de Natal traz uma bela mensagem que reflete sobre a importância de finalizar um ano que teve muitas realizações e vitórias para a Unimed Varginha.

Direção de criação: Júlio César Sousa
Diretor de arte: Júlio César Sousa
Redação: Juliana Cândida Santos
Atendimento: Pollyana Pinheiro e Wellington Espanha
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Júlio César Sousa
Aprovação pelo cliente: Márcio Pereira, Amanda Fávaro, Dr. José Eugênio, Dr. Roberval Esper

Cartão de Natal Unimed Varginha

Diferenciar Publicidade que Conscientiza de Publicidade Institucional

A principal barreira para se diferenciar Publicidade que Conscientiza de Publicidade Institucional está no fato de que nem todos os receptores possuem capacidade de percepção da linguagem que elas apresentam, pois o mundo atual é constantemente bombardeado pelos mais diversos tipos de mensagem. Sendo assim, parece que quanto maior exposto o receptor está ao fluxo de informações, menor tende ser a sua inteligibilidade e percepção da mensagem.

De um lado estão as empresas, buscando canais que as ajudem a estabelecer uma comunicação efetiva que resulte em sucesso nas vendas. No outro lado, estão os consumidores cada vez mais exigentes e que estão sempre em busca de mais informações e benefícios que os auxiliem na aquisição de determinados produtos e/ou serviços. Neste contexto surge a publicidade, uma das principais vias responsáveis pela divulgação destes produtos/serviços e suas utilidades de modo geral.

Sabe-se que para o sucesso da comunicação é necessário que essa faça parte de um processo integrado, utilizando todas as ferramentas possíveis para atingir os seus objetivos, sejam eles mercadológicos ou não. Com a publicidade isso não é diferente. Entre os meios utilizados por ela, pode-se citar o setor de Relações Públicas que visa estreitar a relação e unir os interesses da organização aos de seus diferentes públicos.

Ao analisar a publicidade atrelada às relações públicas, identifica-se que seu conteúdo não pode ser pautado apenas em relação à construção da imagem (identidade) institucional, pois existem valores implícitos na lógica capitalista. A identidade institucional refere-se aos valores básicos e às características atribuídas a uma corporação pelos seus membros, públicos internos e externos. Sendo assim, é muito importante que as empresas se preocupem com sua imagem/identidade institucional, pois o público pode se basear nestes conceitos na hora de escolher entre uma ou outra empresa.

Uma imagem eficaz proporciona três coisas para o produto: transmite uma mensagem singular que estabelece a característica e a proposição de valor do produto; transmite essa mensagem de maneira distinta para não ser confundida com os concorrentes e transmite poder emocional, de maneira que toca o coração e a mente dos consumidores.

Alguns autores dizem que o que importa para uma empresa/organização é apenas aumentar sua vantagem competitiva face a seus concorrentes e consolidar sua imagem, ou reputação perante a opinião pública.

Para conseguir esses os objetivos citados acima, as empresas utilizam a propaganda institucional para trabalharem sua imagem perante a sociedade e agregarem valor à sua marca.
A agregação de valor está diretamente ligada aos interesses mercadológicos da empresa, é a partir dessa concepção que se terá uma compreensão sobre a real diferença entre uma publicidade que conscientiza em relação a uma publicidade que agrega valor.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Flyer de Natal da Nobel

A W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um flyer de Natal para a Livraria Nobel, destacando promoção para concorrer a uma cesta de livros.

Aproveitando a proximidade das datas, o flyer também convida a todos para fazer as compras de material escolar na livraria, apontando que só na Nobel o cliente encontra as melhores marcas e ainda jogos e livros didáticos, tudo com preços especiais.

Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Pollyana Pinheiro
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente: Claudia Marques Cunha Silva

Flyer de Natal (frente)

Flyer de Natal (verso)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Outdoor e mala-direta para indicar novo endereço

A Studio 8 Clínica Estética mudou de endereço. E para informar os clientes, a W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um outdoor e também mala-direta para eles.

O outdoor chama a atenção pela cor apresentada, chamando a atenção de quem passar por ele. Com a frase “Encontre o caminho de sua real beleza”, traz embaixo o novo endereço onde atenderão os profissionais da Studio 8.

A mala-direta também foi elaborada a partir dessa idéia e apresenta ainda um mapa indicando o novo endereço e um texto falando sobre a mudança.


Direção de criação: Guilherme Lourenção
Diretor de arte: Guilherme Lourenção
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Karen Lucchesi
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Guilherme Lourenção
Aprovação pelo cliente: Marcelo da Silva

Outdoor


Mala-direta (frente)


Mala-direto (interno)



O Processo da Comunicação (parte 2)

Na edição passada começamos a ver um pouco sobre o processo da Comunicação. Hoje vamos aprofundar um pouco mais neste assunto.

Depois de identificar o mercado-alvo e suas percepções, o comunicador de marketing precisa decidir sobre a resposta desejada do público. Este profissional pode estar procurando uma resposta cognitiva, afetiva ou comportamental. Ou seja, ele pode desejar incutir alguma coisa na opinião dos consumidores, mudar uma atitude ou levar o consumidor a agir.

Ao determinar o conteúdo de uma mensagem, a administração procura estabelecer um apelo, um tema, uma idéia ou uma proposição exclusiva de venda. Neste caso, há três tipos de apelos: racional, emocional e moral.

Os apelos racionais estão relacionados com os interesses particulares das pessoas: afirmam que o produto trará determinados benefícios. Alguns exemplos disso são mensagens que demonstram a qualidade, a economia, o valor e o desempenho de um produto.

Os apelos emocionais tentam despertar emoções positivas ou negativas que motivem a compra. Os profissionais de marketing tentam estabelecer uma proposição emocional de vendas. O produto pode ser similar ao da concorrência, mas possui associações exclusivas que podem ser promovidas (por exemplo, Rolls-Royce, Harley-Davidson e Rolex).

O interesse pela comunicação tem produzido muitas tentativas de criar modelos do processo – descrições, relações de ingredientes. Naturalmente, esses modelos diferem. Nenhum pode ser tido como “correto”, ou “verdadeiro”. Uns podem ser mais úteis que outros, alguns podem corresponder mais que outros ao presente estado de conhecimento sobre comunicação. Havendo um objetivo a comunicar e uma resposta a obter, o comunicador espera que a sua comunicação seja a mais fiel possível. Por fidelidade, queremos dizer que ele obterá o que quer. Um codificador de alta fidelidade é o que expressa perfeitamente o que a fonte quer dizer. Um decodificador de alta fidelidade é o que traduz a mensagem para o receptor com total exatidão. Ao analisar a comunicação, interessa-nos determinar o que aumenta ou reduz a fidelidade do processo

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Conceito de Processo de Comunicação (Parte 1)

Quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, Heráclito destacou a importância do conceito de processo, ao declarar que um homem não pode entrar duas vezes no mesmo rio; o homem será diferente e assim também o rio. Existem oito etapas no desenvolvimento de uma comunicação eficaz. O comunicador de marketing deve (1) identificar o público-alvo, (2) determinar os objetivos da comunicação, (3) elaborar a mensagem, (4) selecionar os canais de comunicação, (5) estabelecer o orçamento total de comunicação, (6) decidir sobre o mix de comunicação, (7) medir os resultados da comunicação e (8) gerenciar o processo de comunicação integrada de marketing.
A maior parte da análise do público é avaliação atual da imagem da empresa e de seus produtos e concorrentes. Imagem é o conjunto de crenças, idéias e impressões que uma pessoa tem em relação a um objeto. As atitudes e ações de uma pessoa em relação a um objeto são bastante condicionadas pela imagem dele.

O processo de comunicação passa por caminhos ora julgados delicados, pois se estabelecem questionamentos sobre aquilo que se comunica, levando-se em consideração que onde há comunicação há convencimento de uma das partes, o que nos remete aos princípios da teoria da comunicação que diz: toda comunicação é informação, mas nem toda informação chega a ser comunicação. A comunicação como informação, supõe a existência dos seguintes elementos: emissor, código, mensagem, canal, interpretação do código e recipiente, que somente se consuma quando o receptor estabelece o feedback com a fonte.

Todo discurso é um percurso, um caminho repleto de forças contrárias, com ruídos, rumores e interferências. A verdade como tal não é esperada por ninguém, o que está em questão em nossos debates é ganhar espaço ou reforçar a imagem, não somente uma proposição que se diz verdadeira.

Se não existe verdade isolada, o paradoxo da difusão será o seguinte: para despertar o interesse de alguém por um enunciado e fazer com que ele o retome, vai ser preciso que o outro leve alguma vantagem, portanto, venha a ser seu co-signatário ou co-produtor, apropriando-se disso, seja lá de que maneira for. Não há difusão, dizíamos, sem tradução, adaptação, nem deformação da mensagem. O discurso "que funciona" permite, certamente, que o indivíduo se reconheça nele e, ainda mais, dê a ele uma imagem de si, relacione-o ao coletivo. As grandes mensagens, religiosas, políticas, estéticas ou civilizadoras são as que trazem uma palavra e um corpo à comunidade.

Na próxima semana, aqui na coluna Intervvalo continuaremos este assunto falando um pouco mais do processo de comunicação que envolve ainda o mercado-alvo e suas percepções, o conteúdo da mensagem, os apelos emocionais, entre outros.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O Marketing de Relacionamento

Fazer marketing de relacionamento, ou pós-marketing, significa construir e sustentar o relacionamento da empresa com os seus clientes, promovendo uma integração deste com todos os processos desenvovidos pela organização. Sendo assim, o marketing de relacionamento é uma estratégia de negócios que visa construir um relacionamento com o cliente que contribua para o aumento do desempenho e dos resultados de uma empresa.

Para dar início a uma estratégia de marketing de relacionamento é preciso que a organização, primeiro, escolha o seu público alvo, identificando suas necessidades, definindo os serviços prestados a eles e ter funcionários que sejam motivados e capacitados para atendê- los adequadamente.

Esse relacionamento que a empresa vai ter com o seu cliente traz uma vantagem competitiva para a mesma: ser destaque perante seus concorrentes. Sendo assim, o objetivo maior passa a ser manter o cliente através da confiança, sensação de segurança e credibilidade.

Alguns autores desta área afirmam que para utilizar o marketing de relacionamento e alcançar a vantagem competitiva, a empresa precisa seguir duas regras principais:
Entender que o relacionamento com o cliente é de sua responsabilidade. Portanto, qualquer reclamação ou conflito por parte do cliente é provocado por uma falha empresarial.
Perguntar-se, continuamente, o que pode ser feito para facilitar e melhorar a vida de seus clientes.

Para seguir estas duas regras é importante que a empresa conheça bem o seu cliente e o torne conhecido por todos os seus funcionários. Além disso, deve ainda inserí-lo numa espécie de clube e proporcionar a ele atividades e recursos que só ele e os demais clientes têm acesso.

Visando chegar a este nível, a organização precisa sempre medir a satisfação dos seus clientes. Existem vários programas de mensuração de satisfação e, a maioria deles, além de apontar níveis de satisfação, fornece conhecimento a respeito das expectativas dos clientes e ainda ajudam a empresa a priorizá-las.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Convite para Festa de Confraternização dos colaboradores da Unimed Varginha

A Unimed Varginha vai realizar a Festa de Confraternização dos colaboradores da cooperativa. E para convidar o pessoal, a W.Espanha Comunicação Integrada desenvolveu um belo convite para ser entregue aos colaboradores.

Além de informar o local e a hora da festa, o convite ressalta que a Unimed é feita por pessoas e que o colaborador, portanto, faz parte da equipe. Traz ainda o seguinte texto: “Nossos valores Humanos ultrapassam a fronteira de nossas estruturas, intervém nas relações sociais e integra cada colaborador em uma filosofia voltada para a vida com qualidade, responsabilidade e respeito mútuo”.

Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo
Redação: Juliana Cândida Santos
Atendimento: Pollyana Pinheiro e Wellington Espanha
Mídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente: Márcio Pereira, Amanda Fávaro, Dr. José Eugênio, Dr. Roberval Esper

Convite (frente)



Convite (interno)

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

W.Espanha cria Cartão de Natal para MinasCor

É chegado o tempo do Natal e os clientes da W.Espanha Comunicação Integrada querem fazer bonito ao desejar as Boas Festas para os seus clientes.

Com o MinasCor não foi diferente. O cartão desenvolvido especialmente para ele esbanjou beleza. Com belas palavras e cores fortes, os pacientes e parceiros do Instituto de Prevenção Cardiovascular se emocionaram com os desejos de amor, harmonia, esperança e paz.

Direção de criação: Júlio César Souza
Diretor de arte: Júlio César Souza
Redação: Juliana Cândida dos Santos
Atendimento: Karen Lucchesi
Mídia: Karen LucchesiIlustração: Júlio César Souza
Aprovação pelo cliente: Valéria

Cartão de Natal MinasCor (frente)

Cartão de Natal MinasCor (interno)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A Propaganda Mercadológica e a Propaganda Institucional

Já vimos em edições passadas da nossa coluna “Intervvalo” as diferenças entre publicidade, que torna visível um fato, produto ou idéia, e propaganda, que é a propagação de princípios e teorias. Na edição de hoje vamos aprofundar no assunto e falar sobre a diferença entre duas faces da propaganda: a mercadológica e a institucional.

A propaganda mercadológica se associa a anúncios que visam, expressamente, vender produtos como: um carro, uma peça de roupa, um eletrodoméstico, entre outros. Seus objetivos principais são a divulgação e promoção da marca; criação, expansão, correção, educação e consolidação do mercado. Por isso, informação e persuasão são palavras-chaves para esta modalidade de propaganda, que funciona como um elemento vital para que as empresas conquistem mais consumidores.

Já a propaganda de cunho institucional está mais ligada a mensagens que visam fortificar a imagem de uma determinada empresa/organização junto ao seu público-alvo e consumidor. É por isso que ela possui uma linguagem mais elaborada e informativa para gerar simpatia. Ela também visa informar e persuadir, porém com o intuito de fortificar a boa imagem da empresa diante do seu público.

No viés destas duas “modalidades” de propaganda aparece uma terceira nuance, que sugere que a publicidade, além de vender e agregar valor, pode funcionar também como um mecanismo que auxilie na conscientização das pessoas em relação a determinados fatos, costumes e práticas do cotidiano.

E é esta área que gera atualmente muitos estudos, afim de que sejam sugeridos e explicitados novos tipos de benefícios que a publicidade possa proporcionar, fazendo com que, indireta e naturalmente, o estereótipo negativo de que ela (publicidade) “foi feita apenas para vender e persuadir” seja, aos poucos, desmistificado.

Para alcançar este objetivo e fugir do estereótipo negativo, sugere-se que a Publicidade possa também ser compreendida como um meio capaz de informar, educar e gerar consciência por meio de seus aspectos de linguagem.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Comunicação Empresarial

Muita gente pensa que fazer a comunicação de uma empresa ou entidade (sindicados, órgãos governamentais, ONG’s, associações, universidades, entre outros) é apenas fazer propaganda sobre eles. Muito mais do que a propaganda é preciso para falar desses clientes. Neste caso, usamos a Comunicação Empresarial (também conhecida como Comunicação Organizacional, Corporativa ou Institucional).

A Comunicação Empresarial nada mais é do que um conjunto de atividades, ações estratégicas, produtos e processos desenvolvidos com o intuito de reforçar a imagem desses clientes junto aos públicos de interesse, que podem ser consumidores, empregados, formadores de opinião, classe política ou empresarial, acionistas, comunidade acadêmica ou financeira, jornalistas, entre outros.

A Comunicação Empresarial nos últimos anos tem assumido maior complexidade, uma vez que há a necessidade de se comunicar para diferentes públicos, que demandam linguagens, conteúdos e discursos também diferentes, além do acirramento da concorrência, a segmentação da mídia e a introdução acelerada das novas tecnologias.

Hoje, para se fazer Comunicação Empresarial é preciso que os profissionais não apenas tenham conhecimentos e habilidades, mas também que ele tenha uma visão abrangente do mercado e do universo dos negócios. Este profissional deve ser um executivo, um gestor, capaz de planejar, estrategicamente, o esforço de comunicação da empresa ou entidade.

Não é de se estranhar que hoje a Comunicação Empresarial desempenha papel fundamental, definindo-se como estratégica para as organizações, superada a fase anterior, em que suas ações, produtos e profissionais eram vistos como acessórios descartáveis ao primeiro sinal de crise. Por isso, algumas agências já estão se especializando neste tipo de comunicação e já oferecem o serviço.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Comunicação Complementar ou Comunicação Integrada?

Adaptar um conceito de um meio para o outro não dá mais os resultados alcançados alguns anos atrás. Antes era criado, por exemplo, um conceito para spot em rádio e este mesmo conceito era adaptado para os demais meios: TV, impresso, outdoor, entre outras ferramentas da comunicação. Isso é impensável hoje em dia porque muitas dessas ferramentas evoluíram, sendo a internet, sem dúvida, a que teve a maior evolução. E com novas ferramentas disponíveis, a simples adaptação de conceito de um meio para outro perdeu o sentido.

Há alguns anos surgiu entre as agências o conceito de comunicação integrada, que é o conjunto articulado de esforços, ações, estratégias e produtos de comunicação, planejados e desenvolvidos por uma agência. Também chamada de “Full Service”, “360” e outros nomes, a comunicação integrada consistia em ter a mesma mensagem em diversas ferramentas de comunicação.

Portanto, não basta mais um banner ter a mesma cara e o mesmo texto do anúncio. É preciso usar todo o potencial que cada meio oferece. Mas como aproveitar esse potencial? Criando mais do que ações integradas, ou seja, criando ações complementares.

Estas ações complementares devem dar ao consumidor maneiras de interagir com a marca do cliente de modos diferentes: um anúncio que leva para um hotsite, que leva para a participação em uma rede social, que leva para um cadastro e envio de SMS. Que, inclusive, podem ter mensagens completamente distintas, desde que sigam um plano de ação. As mídias são integradas pelo conjunto e não simplesmente pela criação.

Resumindo: comunicação integrada é aquela que utiliza várias ferramentas de comunicação, mas usando sempre a mesma mensagem. E comunicação complementar é a que usa várias ferramentas de comunicação, mas sem a necessidade de ter a mesma mensagem, desde que seja aproveitado todo o potencial de cada mídia utilizada.

Não existe um consenso sobre o que é melhor ou sobre o que funciona. Clientes que têm agências separadas para comunicação on e offline, em muitos casos, os conceitos em mídias diferentes são completamente distintos.

Existe um grande debate, por exemplo, se o mesmo profissional que cria um filme para TV ou um anúncio é capaz de criar um banner ou um hotsite e vice-versa. A única certeza é que simplesmente adaptar um conceito de um meio para o outro não dá mais os resultados alcançados alguns anos atrás.

Se antes a tentativa era de fazer com que seu consumidor visse sua mensagem o maior número de vezes possível, hoje a idéia é tentar fazê-lo interagir com elas. E esta ação precisa ser pensada como um conjunto e as mensagens adaptadas para aproveitar o melhor de cada meio.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Nível de Conhecimento

Durante a produção de uma mensagem é obvio que o volume de conhecimento de quem sabe sobre o assunto influenciará a mensagem. Ninguém é capaz de comunicar aquilo que não sabe; ninguém comunica com a máxima efetividade o material que não conhece. De outro lado, se o profissional de redação sabe “demais”, se é ultra-especializado, poderá errar pelo fato de suas habilidades comunicadoras serem empregadas de maneira tão técnica que o receptor acabe não entendendo.

Há pelo menos quatro espécies de fatores que agem sobre o profissional de redação e cada um deles influencia o seu comportamento comunicativo, o seu objetivo, seus mecanismos codificadores, suas mensagens. Cada um influencia o modo pelo qual o receptor responderá suas mensagens. Podemos dizer que esses fatores são:

1) Habilidades comunicadoras;
2) Atitude;
3) Nível de conhecimento;
4) Sistema sócio-cultural.

Resumindo, a comunicação compreende freqüentemente a interdependência de ação e reação. A ação do emissor influencia a reação do receptor e a reação do receptor influencia a subseqüente reação do emissor, entre outros. Emissor e receptor podem utilizar as reações do outro. As reações servem como feedback. Permitem que o emissor e o receptor confiram a própria posição e verifiquem a própria conduta na realidade do objetivo. O feedback também influência o comportamento subseqüente, no caso de emissor e receptor serem sensíveis a ele. Quando o emissor recebe feedback compensador, continua a produzir a mesma espécie de mensagem.

Quando obtém feedback não-compensador, pode, eventualmente, modificar a mensagem. Ao responder à mensagem, o receptor exerce controle sobre o emissor. O tipo de feedback que então proporciona determina em parte o conjunto seguinte de comportamento do emissor.

Oradores e audiências, atores e platéias, emissores e receptores, podem em geral ser interdependentes através dos efeitos mútuos de suas reações sobre a outra parte.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O Marketing Societal

Já falamos em nossa coluna Intervvalo sobre a propaganda que agrega valor, que é utilizada como um diferencial para as empresas, em que, porém, o único objetivo consiste em realizar vendas. Uma definição também recente que ajuda a entender melhor a questão de agregação de valor é o Marketing Societal.

De uma forma geral, os conceitos de marketing evitam conflitar os interesses entre os desejos dos consumidores e o bem-estar da sociedade. Porém, com a mudança de paradigma de comportamentos, os consumidores estão cada vez mais preocupados com questões sociais como: a ambiental, a escassez de recursos, a ineficiência dos serviços de saúde, entre muitos outros quadros que podemos acompanhar.

Com base nestas necessidades surge o conceito de marketing societal que propõe que as empresas desenvolvam condições sociais e éticas em suas práticas de marketing, equilibrando os lucros da empresa com a satisfação/desejos do consumidor e o interesse público.

Outros autores denominam estes acontecimentos como marketing societário que sustenta que a organização deve determinar as necessidades, desejos e interesses do mercado alvo e, então, proporcionar aos seus clientes um valor superior de forma a manter ou melhorar o bem estar do cliente e da sociedade. Segundo o marketing societário, o conceito tradicional de marketing não percebe os possíveis conflitos entre desejos a curto prazo do consumidor e seu bem estar a longo prazo.

O marketing social/societário/societal tem crescido muito e se aliado ao marketing, sem fins lucrativos. Como exemplo, pode-se citar campanhas governamentais para estimular a economia de energia, a preocupação com o trânsito, a luta contra o consumo de drogas e álcool.
O marketing social ou societal pode também ser considerado como uma ferramenta que ajuda muito as organizações a agregarem valor à suas marcas.

Esta interação pode ser encontrada nas relações entre as comunidades. Com o advento da tecnologia dos últimos anos, a comunicação passou a extrapolar fronteiras nunca antes almejadas. O fluxo de informações e a velocidade pela qual elas vêm e vão são avassaladores. Diante deste fato, o aspecto de “globalização” continua, a cada dia que passa, ganhando mais força. Hoje em dia, o “agir” local pode influenciar diretamente no aspecto global.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Prever e antecipar

Há muito já sabemos que o marketing não opera mais no sentido de orientar a empresa a produzir determinado produto para depois procurar seus consumidores, mas sim primeiramente definir o público alvo para trabalhá-lo como o centro de todas as ações de marketing, assim como também na entrega, relacionamento, propaganda, entre outros, a fim de estabelecer valor e ser superior a seus concorrentes.

Alguns autores defendem uma centralização tal que o marketing deveria agir no sentido de praticamente descobrir necessidades e desejos latentes do consumidor como forma de diferenciação perante outras empresas. É o chamado Marketing Proativo.

Dentro dessa vertente não basta apenas sentir e descobrir o que o cliente quer através da percepção. Seria essa uma forma de criar diferenciais frágeis e pouco duradouros.

Desvendar o que se passa no íntimo de suas vontades criaria muito maior impacto e surpresa, fazendo com que a satisfação por ter sido alvo de interesse de uma grande empresa se torne fidelidade à marca.

Ir além, nesse caso, não tem limites.

É preciso pensar nos clientes dos seus clientes, ver a empresa como um todo interligado por informações e, principalmente, aprender com as experiências pelas quais passem, seja um funcionário ou um gerente de departamento.

E para isso servem os inúmeros recursos de tecnologia da informação: dos mais básicos, como revistas e jornais impressos, até periódicos online, fóruns de discussão, intranet, banco de dados e muitos outros que permitem troca de notícias com maior velocidade, além de transações, pedidos e pagamentos.

Essa velocidade que parece um detalhe simples pode fazer toda a diferença entre uma marca e outra aos olhos do cliente, o que é importantíssimo uma vez que, na visão de marketing proativo, desaparecem dentro da empresa os interesses pessoais, a hierarquia, o tempo de casa, mas não a voz de comando: a do cliente.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Publicidade que agrega valor

Ferramentas como a publicidade, propaganda e relações públicas agregam valor ao fornecerem aos consumidores mais informações para influenciar a tomada de decisão de compra, podendo também agregar valor para as organizações por meio da redução de custos, quando se trata de disseminar uma informação para um grande número de pessoas.

Sabe-se que o objetivo inicial da publicidade seria apenas o de informar sobre o produto. Mas hoje como os produtos disponíveis no mercado são muito parecidos, a publicidade tenta trabalhar por outros ângulos, despertando os desejos do consumidor e fazendo com que determinada marca se torne importante, não pelos seus atributos físicos, mas pelos valores transmitidos por meio das campanhas como, status, beleza e, até mesmo, responsabilidade social.

Sendo assim, uma vez que empresa privada é percebida como instituição, ela foge da hostilidade do público e passa a ser mais bem aceita pela sociedade. Isso acontece porque as pessoas já estão acostumadas a associar qualquer tipo de publicidade à venda direta, à manipulação. Falando dos valores institucionais da empresa responsável pela marca anunciada cria-se uma empatia através da qual o consumidor passa a considerar aquela empresa como “modelo” de comportamento e que não visa apenas o lucro, já que dando esta espécie de satisfação, ela dá origem a uma falsa imagem de que se importa com o bem-estar do consumidor.

Atualmente, um tipo de valor agregado à identidade muito comum é o de responsabilidade social, no qual as empresas se expõem para o público como preocupadas com questões de interesses relacionados à sociedade e consideram isto um diferencial altamente competitivo. Esta situação gera conseqüências ambíguas, pois mesmo tendo interesses lucrativos, as empresas que trabalham com causas sociais podem acabar contribuindo, de alguma forma, para a sociedade.

Outra definição para o termo “agregar valor” é de que o valor é o conjunto de benefícios esperados por determinado produto ou serviço, sendo que os consumidores comprarão da empresa que entregar o maior valor. Surge então a necessidade da organização procurar um diferencial competitivo.

Portanto, concluimos que um produto ou serviço pode ser entendido como tudo aquilo que uma organização pode oferecer a seu público e que pode ser desejado por seus clientes.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A Produção da Mensagem

Qualquer situação de comunicação humana compreende a produção de uma mensagem por alguém e a recepção dessa mensagem por outro alguém.

Na maioria da comunicação que observamos, o comunicador pretende influenciar as reações de uma determinada pessoa (ou grupo de pessoas) que não a sua própria. Todavia, sua mensagem tanto pode ser recebida pela pessoa a quem se destinava como por pessoas a quem não se destinava, ou por ambas. Definir o objetivo é o primeiro passo da comunicação.

Três fatores são importantes para o sucesso de um produto: boa qualidade, preço e distribuição. Mas há um quarto fator do qual qualquer bom produto precisa para ser um verdadeiro vencedor: a propaganda, a “alma do sucesso”, sua promoção junto aos consumidores. Inclusive porque muitos produtos são tão parecidos que praticamente não existe uma diferença real – física – entre as diversas marcas que brigam pela preferência dos consumidores. Sem propaganda, portanto, o mercado não teria registrado na cabeça várias marcas, nomes e slogans de diversos produtos.

Sendo assim, a mensagem é feita para receptores pretendidos ou não-pretendidos da comunicação. O comunicador pode influenciar alguém de forma não-pretendida, por esquecer que sua mensagem poderá ser recebida por outras pessoas além daquelas a quem a tenha sido destinado.

Os objetivos da mensagem da propaganda devem resultar de decisões anteriores sobre o mercado-alvo, a posição no mercado e o mix de marketing. Muitos objetivos específicos de comunicação e de vendas podem ser atribuídos à propaganda e podem ser classificados de acordo com o seu propósito de informar, persuadir ou lembrar.

Por isso é muito comum as empresas investirem grandes somas de recursos em busca de informações de seus clientes, principalmente porque para uma comunicação adequada é necessário estar permanentemente em contato com eles, que são as pessoas que estão utilizando seus produtos e serviços e podem oferecer informações decisivas para o crescimento.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Conhecimento que faz diferença

Quando grande parte da população mundial acredita conhecer a fundo sobre a arte da comunicação, o entendimento de suas ferramentas e os possíveis resultados trazidos após sua aplicação são, certamente, grandes diferenciais para os profissionais da área, uma vez que este comportamento aponta para decisões inadequadas, que somente um especialista da área tem fundamentação para decidir.

O senso comum empresarial aponta para a existência e domínio de técnicas e ferramentas que demandam profundo conhecimento. Assim, uma grande parcela das empresas adotam políticas de comunicação ou definem suas estratégias de marketing baseado nas convicções populares ou mesmo nas percepções de entendimentos sobre a área.

Diante do grande número de informações por meio de ações da comunicação, é preciso mais que dizer pura e simplesmente o que as características do produto/serviço que se anuncia. Campanhas criativas e mídias alternativas são apenas algumas das maneiras de se conseguir chamar a atenção do consumidor. O mais desafiador é convencê-lo. Os profissionais devem lançar mão não só da propaganda, mas do marketing, das relações públicas, vendas pessoais e promoção de vendas com forte embasamento teórico e prático da área.

Dentre outras questões que se pode levantar resta uma certeza: o varejo de hoje não é mais o mesmo de 10, 20 ou 30 anos atrás, onde somente uma ação de comunicação de massa oferecia condições de se alcançar os seus consumidores em um só momento, de uma só vez todas as questões de comunicação e marketing da empresa poderiam ser resolvidas.

Hoje o cenário é de alta competitividade, com a crescente concorrência, as reduzidas margens de lucratividade e um consumidor cada vez mais atento e conhecedor das centenas de opções disponíveis para ele tomar uma decisão de compra assertiva. Há 20 anos poderia ser simples atingir este consumidor, sem muita técnica ou estudos. Hoje, entretanto, a atenção do consumidor é um recurso cada vez mais escasso. Todos estão ocupados demais para ouvir o que qualquer empresa tem a dizer. Assim, o estudo das teorias do marketing não se fazia tão fundamental e essencial para o sucesso dos empreendimentos varejistas, a inexistência de uma postura altamente profissional no que diz respeito à comunicação, ao marketing e a todas as ações de relacionamentos com os clientes fossem tratadas e desenvolvidas através de bases técnicas, planejamento e fundamentalmente por profissionais qualificados para esta atividade, não se faziam tão necessárias a ponto de estudos acadêmicos interferirem no sucesso do antigo mercado varejista.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Responsabilidade Social

Desde que surgiu a propaganda dentro dos moldes teóricos, ensinados academicamente como ciência que abrange conhecimentos de psicologia, semiótica, história da arte, entre outros, nenhuma corrida foi tão expressiva em termos de adesão quanto “a corrida das responsabilidades”.

Todas as agências incentivavam seus clientes a colocarem em prática ações de responsabilidade e, por sua vez, as empresas anunciavam aos quatro cantos suas ações, no maior número possível de veículos.

As responsabilidades brotavam como se estivessem em terreno fértil: responsabilidade social e cultural eram as mais praticadas. No entanto, um pouco do real significado da responsabilidade social ficou para trás: sua relação com a ética.
Traduzia-se e ainda é traduzido por algumas pessoas essa responsabilidade social como apoio, incentivo, patrocínio e outras formas de colaboração e/ou participação a eventos de cunho social.

Pessoas carentes, crianças abandonadas, idosos sem família, entidades filantrópicas foram o centro das ajudas dispensadas pelas empresas em forma de responsabilidade social.
Porém, uma parte importante ficava para trás: o social é composto por todos nós. Ele não se trata de assistencialismo, tão pouco de suprir necessidades básicas dos integrantes das classes inferiores.

Nessa visão, transmitir informações corretas ao colega de trabalho é responsabilidade social. É a consciência do trabalho executado com rigor e da satisfação do cliente para com a empresa ao final do processo de propaganda.

As empresas precisam instigar todas as pessoas que a compõem a tornarem-se cientes de que elas são responsáveis umas pela outras e conseqüentemente responsáveis também pelo bom andamento e continuidade dos processos que por elas são executados. Comprometimento com resultados: mais um gancho para o marketing.

Isso se reflete no comportamento do público interno (como já dito em artigo anterior) e principalmente: na imagem que o consumidor possui acerca empresa. Essa vivência, sem dúvida, é melhor que qualquer propaganda institucional com relação à construção de identidade empresarial.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A definição de Estratégia

Há 20 anos, seria simples exemplificar uma maneira de se obter lucro através de investimentos em comunicação. Um exemplo clássico seria iniciado pela definição de um crescente nicho de mercado, ainda não dominado, que iria se tornar a base do novo negócio. O próximo passo seria construir uma fábrica e anunciar incessantemente, especialmente na TV. Desta forma, os anúncios levariam os consumidores à nova loja, mantendo a fábrica ocupada. O resultado seria lucrativo e, com tal lucro, a empresa poderia anunciar mais, tendo ainda mais lucro.

Hoje, entretanto, a atenção do consumidor é um recurso cada vez mais escasso. Todos estão ocupados para ouvir o que o anunciante tem a dizer. As pessoas estão seletivas, simplesmente não conseguem registrar a montanha de apelos aos quais são submetidas pela mídia em geral.

São muitas revistas, centenas de canais de televisão e rádios, painéis de todos os jeitos e formatos em todos os lugares, milhões de sites.

A partir daí, é possível a compreensão da razão pela qual as pessoas tendem a dar muito mais atenção aos seus relacionamentos do que às transações, ou seja, as pessoas estão escutando mais seus familiares e amigos e se relacionando com mais intimidade com menos marcas.
Por isso ganha cada vez mais espaço na comunicação a Gestão Estratégica. O termo “estratégia” apresenta amplas definições. Etimologicamente o termo provém do grego stratégos, “gerencial”, “chefe”, composto de stratós, “exército”, e ágein, “conduzir”.

No âmbito empresarial, a estratégia está relacionada à arte de utilizar adequadamente os recursos físicos, financeiros e humanos, tendo em vista a minimização dos problemas e a maximização das oportunidades do ambiente da empresa. Desta forma, buscou-se uma definição dos termos “pontos fortes e fracos” e “ameaças e oportunidades”.
Sendo assim, “pontos fortes e fracos” são deficiências e qualidades internas de uma empresa, os quais deverão ser determinados diante da posição atual do produto-mercado em comparação às outras empresas do mesmo setor de atuação, sejam concorrentes diretos ou apenas concorrentes potenciais.

Os termos “ameaças e oportunidades” são fatores relacionados ao ambiente externo da empresa determinado pela análise da posição atual e futura do produto-mercado da organização.
Estes podem ser considerados como uma das etapas mais importantes em qualquer processo de gestão estratégica. Acompanhe a nossa coluna toda quarta-feira e saiba mais sobre este assunto.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Publicidade que Conscientiza

O conceito de publicidade e propaganda vem mudando ao longo do tempo. A partir do momento em que vão sendo reformuladas suas estruturas, se reinventam novas formas de se fazer publicidade e um destes casos é o da Publicidade que Conscientiza. Para entendê-la faz-se necessário reformular seus conceitos no âmbito social, econômico e político.

A Publicidade que Conscientiza visa desmistificar a publicidade legitimadora do capitalismo, pois ela trabalha juntamente com a educação, visando fazer com que a sociedade pratique o exercício da cidadania.

“Vender educação” pode ser entendido como vender elevação de qualidade de vida e não uma elevação capitalista de bens supérfluos, mas sim a elevação de se viver bem enquanto comunidade. Isso pode ser traduzido em “vender” saúde, conhecimento e, acima de tudo, vender consciência, para que cada indivíduo saiba e se comprometa com seus direitos e deveres enquanto cidadão.

Esse é o grande diferencial da Publicidade que Conscientiza em relação à que agrega valor: ela vende educação e exige como retorno uma ação da sociedade e não um lucro palpável.
Hoje em dia, exercer essa publicidade na sociedade e fazer com que as pessoas se atentem para o espírito de cooperação é um trabalho árduo. Com tantas crises, imprudências e “naturalismo”, os indivíduos se submetem à comodidade e à ignorância em achar que suas ações conscientes são meras perdas de tempo.

Em meio a tantas crises, o indivíduo acredita que suas ações individuais podem não ser mais úteis e acabam se tornando cômodos em relação a determinadas situações que prejudicam a sociedade. Daí a importância da Publicidade que Conscientiza em mostrar que “você pode fazer”.

Os profissionais da publicidade e propaganda devem começar a enxergar além. A cidadania, dificilmente, se tornará uma prática se não houver incentivo. Por isso, é necessário que se comece a perceber e implantar essa nova publicidade para o bem comum da sociedade: por que não vender saúde, bem estar, consciência ecológica e boas políticas?

É por isso que a Publicidade que Conscientiza se encontra com a educação em prol de questões maiores, a fim de vender qualidade de vida, promover novos valores e mudança de comportamento voltado para um mundo de conhecimento e informação, totalmente desconecto do capitalismo. Um mundo no qual ter consciência é se educar enquanto cidadão.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Análise estratégica do Clipping

Muitas vezes ainda encarado como um grande amontoado de papel, sem muito mérito, o Clipping é uma importante ferramenta da Assessoria de Imprensa e um grande aliado de seus assessorados.

O Clipping (em inglês “corte” ou “recorte”) consiste em identificar rotineiramente na imprensa as citações sobre a organização ou temas ligados ao nicho do qual pertencem, organizá-las e encaminhá-las para conhecimento dos interessados. Essas citações serão captadas na mídia impressa (jornais e revistas), eletrônica (TVs e rádio) ou digital (agências e sites de notícias). Os recortes são geralmente colados em folhas padronizadas, acrescidos de informações sobre veículo, data de publicação, editoria, algum tipo de classificação e outros dados que sejam importantes.

O clipping pode ser utilizado por empresas, executivos, profissionais liberais, artistas ou qualquer pessoa que queira fazer um acompanhamento de mercados e negócios de interesse, ações da concorrência e prospecção de negócios, pois seu objetivo principal é possibilitar a informação sobre todo o conteúdo publicado em determinados períodos e indicar novas possibilidades de divulgação, tendências e pontos desfavoráveis. Além disso, pode-se inclusive avaliar o trabalho desenvolvido e o relacionamento com mídias e jornalistas.

Um bom trabalho de Clipping possibilita ainda apurar quantos centímetros ou segundos (de acordo com tamanho ou tempo da matéria) foram destinados à empresa na mídia. Essa ação é conhecida como Análise Quantitativa que permite medir a ocupação de veículos, a repercussão de temas, o espaço ou registro em colunas, em capas de jornais e revistas, entre outros. Ele possibilita também:

- viabilizar a análise qualitativa do que é publicado sobre a empresa;
- possibilitar um acompanhamento de mercados de interesse;
- facilitar o monitoramento das ações da concorrência;
- poder ser utilizado para a geração de negócios;
- funcionar como ferramenta para avaliação do desempenho de porta-vozes.

É importante lembrar que para se iniciar um trabalho de Clipping é necessário que se tenha definidas as bases de acordo com os objetivos e interesses de quem irá utilizá-lo. Para tal é importante um briefing sobre o objeto da pesquisa (temas) e o conjunto de veículos a ser pesquisados (regiões).

O Clipping é uma informação estratégica e deve fazer parte da comunicação de uma organização, já que a sua correta manutenção agrega valos às decisões a serem tomadas.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O princípio do Marketing Interno

Muito se fala sobre ações de Marketing Interno ou endomarketing, palestras de motivação de funcionários, happy hour, confraternizações, festas para os aniversariantes do mês e várias outras formas encontradas pela comunicação em busca da reincidente motivação.

Particularmente, motivação vem de motivo e, portanto é interno, de cada pessoa. Sendo assim como posso dar motivo a ela com a finalidade de que ela realize determinada atividade? Mais uma vez, particularmente, podemos incentivar pessoas, porém os motivos elas mesmas constroem para si.

Esse incentivo tem sido confundido, de forma geral, com momentos de diversão, entretenimento, muito importantes por sinal, mas não o bastante.

Lembremo-nos da pirâmide de Maslow: pessoas precisam ter satisfeitas as suas necessidades fisiológicas, de segurança, sociais, de estima e de realização pessoal nessa ordem. Sendo assim, de nada adianta incentivar a realização pessoal, por exemplo, de um colaborador da empresa se ele estiver com fome. Enquadram-se nas primeiras necessidades também questões relacionadas a salário, duração da jornada, entre outros fatores.

Dr. Roberto Caproni estabelece uma equação bastante interessante a respeito. Para ele, se você quer ter gente competente e motivada ao seu lado, desenvolva um plano de cargos e salários que estimule seus funcionários a dar o máximo de si. Funcionários são clientes internos da organização e também estão sujeitos à equação de valor. Apenas lembrando:

Valor = Benefício – Custo
Nesta equação temos que:
Benefício = Salário direto + vantagens de se trabalhar com vocêCusto = horas trabalhadas + dificuldades para execução do serviço

E dessa equação podemos inferir mais um ponto relevante: incentivar colaboradores a enxergarem entre si como clientes um dos outros, direcionando seus trabalhos com o máximo de perfeição a fim de garantir rendimento, satisfação e conseqüentemente bom relacionamento interno. Certamente tudo isso se reflete no atendimento que colaboradores dispensam com os clientes da empresa.

Fica então a reflexão: se normalmente há empenho e trabalho por parte da empresa com relação a seus clientes, porque não dispensar esse mesmo empenho e trabalho com os colaboradores que são os primeiros clientes da empresa?

quarta-feira, 30 de julho de 2008

O Objetivo da Comunicação

Muitos autores já discutiram quais são os possíveis objetivos da comunicação e deixaram nitidamente fixado que a sua meta principal é a persuasão, a tentativa de levar outras pessoas a adotarem o ponto de vista de quem fala.

Foi assim até o fim do século XVII, quando surgiram os conceitos da psicologia que fizeram surgir dois objetivos independentes para a comunicação: um deles era a natureza intelectual ou cognitiva; o outro, emocional. Um tocava a mente, o outro a alma. Por esta teoria, um dos objetivos da comunicação era informativo – um apelo à mente. O segundo era persuasivo – um apelo à alma, às emoções. Porém essa distinção informar-persuadir causou confusão. Ora, alguém não está dando informação quando está divertindo? Não está divertindo quando está persuadindo?

Foi aí que a teoria da comunicação integrada apontou-se para as formações e atuações de forma distinta das diferentes áreas da comunicação – jornalismo, publicidade e relações públicas – com uma fragmentação das ações e da utilização dos instrumentos mais adequados para cada público a ser alcançado.

Assim, ao nos aproximarmos do conceito de objetivo de comunicação e avaliarmos suas diferentes áreas e possibilidades, podemos analisar rapidamente o desenvolvimento do organismo humano. Ao nascer, somos criaturas totalmente indefesas. Não temos o mínimo controle sobre a nossa conduta e estamos à mercê de qualquer força interessada em nos influenciar.

À medida que crescemos, nosso objetivo básico é alterar as relações originais entre o nosso próprio organismo e o ambiente em que nos encontramos. Especificando mais: nosso objetivo básico é reduzir a probabilidade de que sejamos simplesmente um alvo de forças externas e aumentar a probabilidade de que nós mesmos exerçamos força. Em suma, nós nos comunicamos para influenciar – para influenciar com intenção.

Todo comportamento de comunicação tem um objetivo, uma meta, que é produzir certa reação. Quando aprendemos a exprimir nossos objetivos em termos de respostas específicas da parte daqueles que recebem nossas mensagens, teremos dado o primeiro passo para a comunicação positiva e eficiente.

Esta espécie de formulação do objetivo da comunicação é claramente similar ao principio clássico de Aristóteles. O objetivo da comunicação é influenciar. Contudo, esta discussão implica que o homem “desconhece” ou “esquece” o seu objetivo. Isto não quer dizer que haja um objetivo próprio do qual o homem deva estar ciente. Quer dizer que há um objetivo na comunicação do qual muitas vezes não estamos cientes em nossa própria conduta.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Marketing Político e Marketing Eleitoral

O ano de 2008 é um ano eleitoral. Mais uma vez, candidatos às prefeituras e câmaras da região começam a corrida das campanhas eleitorais, expondo suas imagens, interesses, valores e seus planos de governo. É aí que entra o Marketing Político e o Marketing Eleitoral.

O Marketing Político tem como função principal a criação da imagem de um candidato, gestão, governo, partido ou até mesmo de um sindicato, em longo ou curto prazo. Seu foco é centrado em cultivar a atenção e preferência dos eleitores.

Já o Marketing Eleitoral é um desdobramento do marketing político e, por acontecer somente em campanhas eleitorais, é de curto prazo. Neste caso, as estratégias e táticas são montadas sobre um ambiente eleitoral que já está em andamento. Aqui, o foco está nos eleitores e sua visão sobre o candidato.

Sendo assim, uma ferramenta importante para a comunicação tanto no marketing político quanto no eleitoral são as pesquisas, consideradas o primeiro passo, já que com elas é possível conhecer as tendências do eleitor, seus desejos, suas necessidades e também tudo o que possa interferir direta ou indiretamente no seu voto para o candidato em questão.

A partir daí é possível elaborar e desenvolver estratégias, peças gráficas e também informativos noticiosos, que visam repassar as idéias e os valores dos candidatos. Neste ponto é imprescindível a participação de profissionais multidisciplinares, uma vez que não pode haver erro, improviso ou estratégias traçadas na base da intuição e de acordos políticos.

Mesmo que ainda novas no Brasil, as técnicas de marketing político e eleitoral têm levantado questionamentos na sociedade, já que muitas vezes são vistos como ferramentas de manipulação. Mas na verdade o que deve ser avaliado não são os instrumentos publicitários e, sim, a mensagem que é transmitida.

Portanto, vale lembrar que todo o esforço comunicacional no contexto dos marketings político e eleitoral tem como foco principal o eleitor. Tudo começa e termina nele. Afinal, é ele quem vai dizer no final das eleições quem merece ser o seu representante na prefeitura e na câmara de vereadores.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Publicidade x Propaganda: são diferentes?

“Instigante, informativa, persuasiva, conscientizadora e polêmica”. Os adjetivos são inúmeros quando o assunto em pauta se relaciona à Publicidade e Propaganda. Apesar de os termos – Publicidade e Propaganda – estarem geralmente atrelados, constitui-se – por parte de alguns autores – uma diferença básica de conceito e contextualização entre ambos.

A palavra publicidade vem do latim publicus e tem por objetivo dar visibilidade a um fato, um produto e uma idéia. Já a propaganda, do verbo propagar (de propagação) significa basicamente multiplicar e, de acordo com o entendimento comum e até com os dicionários, propagar também é disseminar uma comunicação, uma idéia, um argumento. Ação essa que pode ser parte de uma atividade de venda.

Diante destas variadas qualidades e infindáveis características, a publicidade e a propaganda são práticas que se disseminaram mundo afora. Boa parte das pessoas relacionam ambas somente ao aspecto capitalista - no auxílio ao exercício de compra e venda de produtos.

Deixando um pouco de lado as ponderações diversas dos autores no que se relaciona à diferença ou não dos termos Publicidade e Propaganda – uma vez que estamos longe de uma definição ideal acerca do real significado de ambas – faz-se necessário relatar que a prática específica de planejamento, criação, produção e veiculação de anúncios tiveram seu início em meados do século XIX, nos Estados Unidos, por meio da imprensa escrita. Foi nesta época, diante do alto fluxo de oferta/demanda que os comerciantes passaram a comprar espaços nos jornais para anunciarem seus produtos. A partir desta prática, se formalizou a relação entre comerciantes e públicos. Os textos dos anúncios começaram a ganhar identidade própria, na busca de uma atenção maior da população.

No viés destas duas “modalidades” de propaganda aparece uma terceira nuance, que sugere que a publicidade, além de vender e agregar valor, pode funcionar também como um mecanismo que auxilie na conscientização das pessoas em relação a determinados fatos, costumes e práticas do cotidiano.

Confira em nossos próximos artigos o novo modelo de publicidade e propaganda - a que conscientiza.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

O Público Alvo

Qualquer situação de comunicação humana compreende a produção da mensagem por alguém e a recepção dessa mensagem por outro alguém. Para fazer uma boa comunicação de um produto definir o objetivo dela é o primeiro passo, mas conhecer com precisão o público é fundamental.

São três os fatores fundamentais que devem ser observados: boa qualidade, preço e distribuição. Mas há um quarto fator do qual qualquer bom produto precisa para ser um verdadeiro vencedor: a propaganda. Esta é a “alma do sucesso”. Inclusive porque atualmente muitos produtos são tão parecidos, que praticamente não existe uma diferença real entre as diversas marcas que brigam pela preferência dos consumidores. Assim, sem propaganda o mercado não teria registrado na cabeça várias marcas, nomes e slogans de diversos produtos.

Toda empresa, busca vender seus produtos ou serviços para um determinado público. Para tanto, cada empresa ou instituição deve procurar conhecer o perfil de consumo de um cliente potencial, seus interesses pessoais e tentar convencê-lo de que os seus produtos ou serviços são adequados e necessários para a satisfação desses interesses.

Podemos partir do pressuposto que é quase impossível uma empresa atender todas as pessoas ao mesmo tempo e em todos os lugares. Por isso é comum as empresas segmentarem seus públicos de interesse em categorias como idade, sexo, renda, religião, localização, dentre outras variáveis. Cada segmento populacional de interesse é o que conhecemos por público-alvo ou target group.

Os objetivos da propaganda devem resultar de decisões anteriores sobre o mercado-alvo, a posição no mercado e o mix de marketing.

Muitos objetivos específicos de comunicação e de vendas podem ser atribuídos à propaganda e podem ser classificados de acordo com o propósito de informar, persuadir ou lembrar. É muito comum as empresas investirem grandes somas de recursos em busca de informações de seus clientes e que, muitas vezes, se encontram dentro da própria empresa. Segundo Souza (2003), para uma comunicação adequada é necessário estar permanentemente em contato com seus clientes, que estão utilizando seus produtos e serviços e podem oferecer informações decisivas para o crescimento.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Marketing de Varejo: A rua de trás

Muitos estudantes de propaganda e agências também entortam o nariz quando o assunto é Marketing de Varejo. O preconceito vem da idéia de que só grandes empresas geram grandes margens de lucro para a agência e, portanto as pequenas e médias empresas não se enquadram nessa sentença.

Segundo preconceito: campanhas de varejo não possuem grande destaque na mídia, aparentam ganhar pelo cansaço dos comerciais bombardeados aos quatro ventos e não por criatividade. São os eletrodomésticos X, os móveis Y, como estamos a tropeçar com eles em todos os canais.

Terceiro preconceito: Raros são os comerciais de varejo que arrematam prêmios e as agências querem reconhecimento. Não somente o reconhecimento, pois claro, querem ganhar o cliente, fazê-lo satisfeito com o que foi criado para ele. Mas não se esqueçam: agências querem colher os louros (ou leões) da vitória.

Os pontos principais com que alguns profissionais de propaganda se equivocam são justamente esses três preconceitos. Vejamos.

Empresas que trabalham com varejo dão muito lucro sim, senhor: Vejam aí os altos valores de lucratividade que grandes redes varejistas alcançam todo mês ou todo ano e quanto é gasto por elas com mídia.

Quanto ao pequeno destaque dos comerciais de varejo (em comparação a outras campanhas institucionais) será que exatamente não falta um pouco de pioneirismo na construção de comerciais diferenciados? Se nos sentimos bombardeados é porque algo está repetitivo e não há satisfação em ver tal comercial repetidas vezes. Quantos filmes você já assistiu umas 20 vezes ou todas as vezes em que ele passou na TV? Certamente é porque eles continham algo de inovador e que até hoje te despertam atenção.

É dessa inovação e pioneirismo que vem o reconhecimento e resolve-se o ciclo de preconceitos de forma a não sobrar nenhum em pé.

Não podemos nos esquecer de enxergar além de nosso campo de visão. Existe muito mais do que o que podemos ver do outro lado da rua. Existe a rua por trás dessa. E nessa rua - que a princípio não vemos - pode estar lá, grande, lucrativa e desprezada, uma grande empresa de varejo esperando pelo atendimento da sua agência, caro leitor.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

A Comunicação

A palavra comunicação tornou-se popular. É usada hoje para denominar os problemas de relações pessoais em geral, entre trabalhadores e dirigentes, enfim é utilizada no dia-a-dia de pessoas e empresas. Alguns usos do rótulo “comunicação” se referem a um modo diferente de ver tais problemas. Outros ainda simplesmente mudam o nome dos mesmos problemas que existiam antes.

Na indústria, a revolução tecnológica e o autodesenvolvimento da força operária levaram a maior confiança nos símbolos e menor nas coisas. Por exemplo, a indústria tornou-se socialmente consciente de si. O público encara hoje a indústria como instituição social – com responsabilidade social. Os colaboradores organizaram-se e apontam as fraquezas e deficiências da gerência. Isto obrigou à criação de departamentos industriais de relações trabalhistas e de relações entre os empregados.

Numa visão ampla podemos considerar o conceito de comunicação como sendo todas as possibilidades de entendimento entre as pessoas. Contudo, a relação entre os diversos públicos e os objetivos empresariais forçou para uma atitude profissional do uso da comunicação e de seus diversos instrumentos.

A influência que os profissionais de comunicação, em especial os da publicidade exercem sobre os indivíduos, por meio de centenas de mensagens diárias transmitidas pela comunicação de massa, produzidas sempre com muita criatividade e experiência profissional, numa linguagem direta ou subliminar, resultou na cultura de que a felicidade está no acúmulo dos bens adquiridos.

O governo moderno orienta-se cada vez mais no sentido da comunicação, as empresas buscam se comunicar com o mercado de maneira constante. O administrador público, o executivo, podemos dizer que vivem num mundo de comunicação, lançando mão de todos os instrumentos de comunicação que conhecem. Assim, imaginamos que todos entendem de comunicação, de propaganda ou de marketing. De acordo com Sampaio (1999, p. 13), “raros varejistas pensariam em montar uma indústria de eletroeletrônicos, mesmo que ela respondesse por mais da metade de suas vendas. No entanto, passa pela cabeça de quase todos montar uma agência para faturar os 20% da veiculação. Muitos vão do pensamento à ação, em média, estão muito satisfeitos com a iniciativa. Por quê? Porque todo mundo entende de propaganda”.

É perfeitamente demonstrável que as preocupações com a comunicação são de âmbito geral e já se infiltraram em muitas das atividades humanas. Por isso temos sempre que pensar: O que vem a ser tudo isto? Que estamos nós fazendo, quando dedicamos tão grande parte de nossa energia disponível à produção, interpretação e recepção de mensagens? Que ganhamos com isto? O que estamos procurando conseguir através do processo de comunicação?

quarta-feira, 18 de junho de 2008

É hora de Mudar! Organizações Horizontalizadas

Organizações horizontalizadas. Essas sim estão preparadas para enfrentarem o “boom” de mudanças que provém não somente do âmbito tecnológico, mas também, em aspectos comportamentais, sociais, políticos e econômicos.

Ser “horizontalizada” não se restringe apenas à questão de minimizar estruturas hierárquicas em uma organização, vai mais além. Ser horizontal é primar por uma comunicação bilateral, ter a percepção do todo, ou seja, conhecer cada setor, cada funcionário e o mais importante saber reconhecer os erros e os acertos em uma administração; perceber que é hora de mudar!

Porém o maior desafio das organizações é compreender os fatores psicológicos de seus funcionários. As pessoas vivem hoje, ou melhor, enfrentam o que Wood Jr. (2002) denomina de “cultura 24/7” que é o trabalho 24 horas por dia e 7 dia por semana. Como sobreviver a essa cultura que se tornou barreira entre trabalho e lazer, dia e noite?

Essa é a maior mudança, a mudança de vida e psicológica que as pessoas enfrentam no mundo pós-moderno. O maior desafio das organizações é se prepararem e preparar sua equipe para que essa cultura não faça parte da empresa.

Mesmo que haja pessoas flexíveis a todo tipo de mudança, em uma organização o EU não caminha sozinho. É necessário que todos estejam aptos a compreenderem as mudanças e claro a se adaptarem a elas, de maneira que tais mudanças não se tornem obrigações.

Por isso, para que a organização esteja sempre preparada para tais mudanças, é preciso que ela perceba em seu ambiente interno o que pode ser mudado, o que pode ser reciclado, quem tem o perfil mais profissional para determinado setor, dentre outras ações que venham contribuir e enriquecer o ambiente de trabalho.

Mudar e receber mudanças quer dizer sair da zona de conforto, a qual está presente em muitas organizações passivas que nunca inovam e, portanto ficam sempre estagnadas no mercado, ou seja, fadadas ao fracasso, enquanto a concorrência se sobressai.

Em suma, toda e qualquer organização, de grande, médio e pequeno porte está sujeita a enfrentar as mudanças que a era pós-moderna impõe e também as que o ambiente interno necessita. Por isso, para que essas mudanças cheguem de maneira sutil, volta-se na tecla do primeiro artigo escrito para essa coluna - o planejamento. É preciso planejar para que os erros e os medos de enfrentarem tais mudanças sejam minimizados.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Comunicação Interna: o House Organ

Dentro de uma comunicação bem feita, vários pontos devem ser observados. Um dos principais é manter a equipe de trabalho sempre bem informada sobre os assuntos da empresa e dos demais colegas de trabalho. É aí que entra em ação uma das ferramentas do endomarketing, o house organ.

Popularmente conhecido como Informativo de Empresas ou Jornal, o house organ é um veículo de comunicação interna, concebido para divulgar os fatos e as realizações da empresa ou entidade. Ele é uma ferramenta de comunicação indispensável para colaboradores e clientes e se distingue de um jornal comum pela linha editorial, que é focada especialmente para assuntos internos.

A maioria dos house organs tem o público interno como prioritário, mas há casos cada vez mais freqüentes em que a empresa prepara dois ou mais informativos para atingir de maneira mais adequada (em termos de pauta e linguagens) os públicos distintos, como colaboradores, acionistas, clientes, executivos e fornecedores.

O house organ dentro de uma empresa visa, portanto otimizar a comunicação com os colaboradores, apresentando-lhes informações sobre seus dia-a-dia e sua carreira, treinamentos, dicas de uma vida melhor, aniversariantes, atividades e novos produtos ou serviços, bem como demonstrar um pouco dos valores e da filosofia da empresa. Tudo isso com uma linguagem mais informal e às vezes divertida, trazendo muitas imagens e ilustrações.

As tecnologias modernas acrescentaram novas possibilidades aos house organs, com a inclusão dos boletins eletrônicos e interativos, disponíveis nas intranets. Outras opções são os newsletters: veículos de informação mais rápidos, com público-alvo mais definido e que traz mais informações sobre negócios, mercado ou processos de gestão.

Empresas de médio e grande porte já adotaram o house organ como veículo de comunicação interna e muitas delas afirmam que essa simples ação sustenta a auto-estima dos colaboradores, uma vez que estes se sentem importantes para a empresa, o que reduz o índice de rotatividade em cada área de atuação interna.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O Endomarketing

As condições econômicas atuais impuseram o envolvimento de todas as áreas de uma empresa na busca do sucesso comercial. Sendo assim, o papel do colaborador de uma organização na qualidade dos seus produtos e conseqüentemente no atingimento dos objetivos corporativos, torna-se crescente e o investimento em pessoas passa a ser fundamental para a cadeia de serviço-eficácia.

No prisma da comunicação, partindo de um planejamento estratégico ressaltamos uma ação que ganha cada vez mais importância, o Endomarketing.

A palavra “Endo”, proveniente do grego quer dizer “posição” ou “ação interior”, ou seja, movimento para dentro. Endomarketing é, portanto, um conjunto de ações de marketing focadas no público interno, ou seja, os colaboradores de uma empresa.

Dentre os objetivos do endomarketing estão: tornar comum entre os colaboradores os objetivos, as metas e os resultados da empresa na qual eles atuam e conscientizá-los para a importância do atendimento de excelência ao cliente.

Desde o momento em que se contrata um novo colaborador, ele deve conhecer a filosofia e os objetivos da empresa para se familiarizar com o ambiente de trabalho. Para isso, existem diversos meios que vão desde a informação direta, fornecida pelas chefias e colegas, até as confraternizações, ações para aniversariantes, palestras, incentivos à cultura e a elaboração dos chamados house organs (jornais ou revistas destinadas ao público interno de uma empresa).

Uma comunicação interna bem feita transforma-se em satisfação dos colaboradores e os torna envolvidos e motivados na empresa que, por sua vez, é responsável pela qualidade do produto/serviço externo, resultando na conquista e satisfação de clientes, que é o objetivo principal de qualquer empresa.

Sendo assim, o essencial é que os empreendedores responsáveis transmitam aos seus colaboradores a idéia de que todos estão envolvidos no desenvolvimento dos negócios, criando um clima de parceria e de confiança mútua.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Valor para o cliente e valor do produto

Vamos chover no molhado a princípio: Toda empresa se propõe a produzir algum item/serviço e vendê-lo; esse é o conceito básico e sua proposição primária.
Se esse produto ou serviço será comercializado, há de se fazer isso mediante um valor que inclui a matéria-prima utilizada, o tempo gasto, o salário dos funcionários, o lucro que move a empresa, etc.

Contudo esse valor ou custo, melhor dizendo, não é o mesmo valor que está nos olhos do consumidor e nas suas expectativas quanto ao produto/serviço.

Vamos sair do molhado: Ora, você pagaria R$ 5,00 numa lata de cerveja em um supermercado? Claro que não. Mas e se fosse a última lata da prateleira e você estivesse sedento depois do jogo de futebol do fim de semana? A coisa muda de figura.

Até aí estamos falando de desejos, mas o valor que o produto ou serviço pode alcançar na credibilidade do consumidor é muito mais expressivo.

Um dos fatores mais buscados pelas empresas hoje é a tal fidelidade do cliente. Ninguém precisa ser estudioso de marketing para perceber que a infidelidade do consumidor às marcas vem da enxurrada de concorrentes para um mesmo segmento.

E é o valor que começamos a discutir nesse artigo que traz a chave para abrir as portas para a fidelidade tão procurada, já que na cola desse valor vêm a satisfação do cliente e conseqüentemente a fidelidade.

Construir o valor de um produto ou serviço para o consumidor não é tarefa tão árdua; exige um quê de esperteza e dedicação.

Quando a empresa se foca num determinado nicho, por exemplo, facilita muito seu trabalho, pois trata-se de um conjunto menor de consumidores e com características semelhantes. É mais coerente usar uma flecha para acertar ao alvo do que uma metralhadora atirando para todos os lados correndo o risco de não acertar em lugar algum.

Mas é claro que, antes de chegar nesse ponto, a empresa já deve ter se preocupado com questões internas que envolvem sua própria estruturação de missão, visão, negócio, objetivos, valores, posicionamento e tudo mais que envolve o planejamento estratégico a fim de que sejam coesas suas ações e principalmente sua imagem para o público interno e externo.

O valor para o cliente não é só quanto custa algo - ainda que em tempos um tanto quanto difíceis como os de hoje o preço seja um determinante da compra - mas sim um conjunto de análises que envolvem custo-benefício, conhecimento ou não da marca, imagem da empresa, referências positivas que recebe no boca-a-boca, acesso aos produtos ou serviços e todas essas questões ser constantemente relembradas pelo departamento de marketing das empresas.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Marketing de Serviços: estratégias específicas

Quando falamos em Marketing sempre nos vêm à cabeça a venda de produtos, bens materiais, palpáveis. Porém nessa visão restrita deixamos de lado um grande segmento do mercado de fundamental importância para nossos dias atuais: a prestação de serviços.

Assim como o marketing de produtos, o de serviços possui suas próprias características que devem estar sempre em mente quando é iniciada a elaboração de estratégias para serviços.

A princípio é necessário considerar 4 peculiaridades dos serviços prestados: intangibilidade (serviços não são palpáveis), inseparabilidade (entre a execução do serviço, seu prestador e o cliente), variabilidade (de pessoas envolvidas, tempos e espaços diferentes) e perecibilidade (produtos podem ser armazenados ao contrário dos serviços).

Tendo isso em vista, algumas estratégias tornam o resultado da prestação de serviços especialmente positivo:
- Ótimo relacionamento prestador/cliente;
- Condições diferenciadas de pagamento e atendimento de acordo com a maior ou menor demanda e necessidade de espera;
- Pró-atividade e margem de segurança com relação a estoques, número de colaboradores, espaço físico e horário de atendimento entre um cliente e outro;
- Permitir a atuação do cliente no processo da prestação ou execução dos serviços, dependendo de sua natureza;
- Redução das lacunas de expectativa geradas pelos clientes;
- Capacidade de resposta ao cliente satisfatória e em tempo adequado;

É importante ainda levar em conta que em empresas que oferecem a execução de uma gama variada de serviços cada um desses deve possuir sua própria imagem, estratégias e diferenciações. Cada um deve “caminhar com suas próprias pernas”, pois possuem suas particularidades.

Para marcas de serviços, principalmente para aquelas que oferecem serviços percebidos como iguais pelos consumidores, a diferenciação é a grande chave para saldos expressivos, seja ela através de uma imagem forte, seleção de nicho, identidade de marca ou estratégias adotadas, por exemplo.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Comunicação não é só propaganda

Muita gente pensa que o papel de uma agência de comunicação é só desenvolver propagandas em mídia impressa, outdoors, e-mail marketing e afins. Fazer comunicação hoje em dia, no Sistema de Inteligência em Comunicação - diferencial inovador da W.Espanha Comunicação e Marketing - implica na importância do planejamento estratégico que traz ações voltadas também para a assessoria de imprensa do cliente.

A assessoria de imprensa tem como principal função facilitar a intermediação de informações entre imprensa e cliente, principalmente quando este precisa divulgar suas ações nos meios de comunicação.

Numa agência de comunicação, o assessor de imprensa desenvolve essa função com o objetivo de tornar o cliente, seus produtos e serviços conhecidos no mercado. Para tal, a assessoria fica responsável por enviar informações, em forma de press-releases, com apelo noticioso e não comercial para conquistar espaço e cobertura das diversas mídias (impressa, eletrônica, tv e rádio).

O jornalista que atua em assessoria de imprensa numa agência de comunicação exerce uma das atividades da comunicação, através de ferramentas do jornalismo. Ou seja, continua a manusear e hierarquizar informações, continua a escrever e divulgar, apurar notícias, fazer pautas, mas a serviço de um interesse empresarial.

Para o bom resultado desse trabalho é necessário que o assessor de imprensa analise o que o cliente deseja divulgar e como pretende mostrar suas ações ao público. A partir daí, dentro do Sistema de Inteligência em Comunicação, ele define as estratégias de divulgação. É nesta fase que será feita a seleção de mídias, como programas, editoriais, colunas, entre outros, que têm o perfil do cliente e vão se interessar pelo assunto a ser divulgado. Imprescindível se torna esse processo tendo em vista que não se pode correr o risco de perder espaço nos veículos.

Outra função importante do assessor de imprensa é a realização do Clipping, que no caso de uma agência de comunicação significa acompanhar as notícias divulgadas nos mais variados meios de imprensa acerca do cliente e seu nicho de mercado. Através deste material, o cliente pode avaliar o resultado do seu trabalho, acompanhar tudo o que acontece em seu campo de atuação de forma que tanto agência quanto clientes estejam cientes e se auxiliem na busca por informações pertinentes a sua área.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Planejamento Estratégico: garantia de resultados

Onde estou e para onde quero ir? Essa é a ponte que alicerça um bom planejamento estratégico. Antes de se fazer um outdoor, um comercial de TV, site, rádio enfim, antes de se fazer propaganda é preciso conhecer os objetivos de cada cliente e a partir daí definir ações.

Qual o negócio do meu cliente, sua missão e seu objetivo? Essas são perguntas que dão início à sistematização das ações, ou seja, é a partir daí que se começa a definir metas que ao longo irão se transformar em táticas.

O cliente não quer apenas uma identidade visual, ele quer mais. Quer que essa identidade se consolide no mercado, quer que ao longo do tempo as pessoas confiem em seu nome e não façam escolhas diante da concorrência. Isso é planejar!

A W.Espanha planeja para seus clientes. Ela compreende as necessidades de cada um e conhece a concorrência. Dessa forma cria ações a médio e/ou a longo prazo que possibilitam o alcance dos objetivos, sejam eles no âmbito comunicacional e/ou empresarial. Isso é análise de SWOT! É compreender os riscos internos e externos de uma empresa.

Além disso, planejar quer dizer: preparar-se para possíveis mudanças. Em um mercado em constante ascensão tecnológica e comportamental, há que se planejar. Todo e qualquer profissional, de maneira individual ou em equipe deve estar apto às novas mudanças e para que isso ocorra de maneira “suave” é preciso criar estratégias que contemplem ações inovadoras que se revertam em resultados.

Para planejar é preciso perceber, ter percepção do todo, ou seja, do processo e principalmente das pessoas. As ações só serão sistematizadas e executadas a partir do momento em que se percebe os processos gerenciais da empresa e quem os administra. A partir daí irá se estabelecer estratégias e delegar funções.

Mas, o principal alicerce de um planejamento estratégico é a comunicação 360 graus, o FEEDBACK. As ações estão sendo executadas de forma correta? A equipe compreende o que foi definido para a empresa? Há retorno? Os resultados estão sendo avaliados? São perguntas que fazem parte do feedback, da janela aberta de Johari, na qual se estabelece o entendimento das ações por ambos os lados.

Não basta planejar no papel é preciso discutir em equipe. Ouví-los e conduzí-los pelo caminho do sucesso - isso é planejamento estratégico!

Fluxograma para um Planejamento Estratégico

- Análise Interna
- Definição dos Objetivos
- Estratégias
- Implantação e Controle
- Análise Externa
- Sensibilização
- Missão e Visão
- Fatores-Chaves de sucesso
- Diagnóstico Estratégico

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Novos cenários demandam novas atitudes: marketing holístico

Empresas que atualmente alcançam resultados expressivos e margens de lucro superiores certamente possuem uma visão certeira do futuro de suas marcas; que rumo seguirão.

Em meio a tantas rápidas mudanças que afetam todo o destino das empresas ter sempre viva essa visão é imprescindível. Mais que isso: construir uma visão desafiadora e diferente de tudo o que vem sendo feito é primordial à manutenção de bons resultados.

Temos então diante de nós duas questões importantes e aparentemente difíceis: o mercado muda sempre e a cada etapa por que esse mercado passe é preciso uma nova e surpreendente ação por parte das empresas.

O termo aparentemente não foi por acaso. Se pensarmos que à medida que o mercado muda, ele também oferece mais possibilidades de novas formas de marketing aflorar, já é meio caminho andado.

Um bom exemplo é o fato de que cada vez mais o mercado se torna complexo e exige atenção a detalhes cada vez menores. Tome como base a quantidade de segmentos existentes hoje e a preocupação em se comunicar diretamente a cada um deles.

É nesse momento que revela-se uma importante ferramenta: o marketing holístico. O termo holístico designa a grandiosidade de pormenores que essa aplicação do marketing abrange.

O marketing holístico prevê que diante de um mercado tão segmentado, exigente, competitivo e imediatista, a comunicação considere a interdependência dos interesses e características de consumidores, colaboradores, concorrentes, fornecedores e sociedade.

Sendo assim, essa concepção holística engloba 4 grandes aspectos do marketing que conhecemos hoje: Marketing interno, Marketing de Relacionamento, Marketing Socialmente Responsável e Marketing Integrado (comunicação, produtos e serviços).

As empresas que adotarem o marketing holístico conseguirão temporariamente atender às minúcias atuais e ao mesmo tempo transmitir a imagem de empresa compromissada com o cenário em que atua, com os clientes que confiam em seu trabalho, com satisfação de seus funcionários, ou seja, atenta a todas as questões que as circundam.
Mas apenas temporariamente porque não podemos o marketing holístico como solução única e pronta; lembremos da mutação dos tempos e conseqüentemente do comportamento da sociedade exigindo constantemente novas atitudes em comunicação para novas conjunturas futuras.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

A Comunicação Integrada

Uma das traduções da palavra “comunicar” é transmitir, difundir. É exatamente isso o que uma empresa busca em uma agência de comunicação: a melhor forma de transmitir e difundir sua marca, suas propostas, seus serviços.

Porém, fazer comunicação é muito mais do que realizar um anúncio, um outdoor ou uma campanha. Hoje a comunicação deve ser integrada, ou seja, deve ser um conjunto articulado de ações, estratégias e produtos, planejados e desenvolvidos com o objetivo de consolidar uma marca junto à sociedade como um todo.

Como diz a autora Margarida M. Krohling Kunsch, a comunicação integrada “pressupõe uma junção da comunicação institucional, da comunicação mercadológica, da comunicação interna e da comunicação administrativa (...). E a soma de todas essas atividades redundará na eficácia da comunicação nas organizações”.

Para se trabalhar nesse âmbito de comunicação integrada, a agência não pode atuar em regime de separação de departamentos, como atendimento, redação, mídia, assessoria, criação. Não! Uma agência que trabalha sob os preceitos da comunicação integrada trabalha em equipe. Isso porque os trabalhos a serem realizados para um cliente não pode ser resultado de um trabalho individual.

A comunicação integrada envolve um diálogo produtivo, um planejamento em conjunto. Por isso todos os colaboradores devem estar alinhados em busca de um objetivo: a melhor solução de comunicação para ser oferecida ao cliente. E nisso, a W.Espanha sai na frente. Sempre em busca da excelência em comunicação, ao longo dos seus 12 anos no mercado comunicacional, nossa agência se orgulha de ter profissionais que estão sempre dispostos a discutir, a propor idéias inovadoras, a buscar a melhor forma de comunicação para ser oferecida aos clientes.

Atuando desta maneira, nosso trabalho apresenta muito mais resultados já que oferecemos marketing como um todo, em vez de focar em partes isoladas do mesmo.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

A busca pela inovação

Inovar sempre! Essa é a frase, digamos “slogan”, mais utilizado pelas empresas nos últimos tempos. No âmbito comunicacional nem se fala, as agências buscam sempre novas formas de revolucionar no mercado, porém muitas não sabem ao certo o sentido “inovador” da palavra.
O que as agências oferecem? Publicidade, correto? O cliente quer publicidade, quer ver sua empresa na mídia e ele tem razão? Tem sim. Porém as agências não devem se ater à propaganda pela propaganda. É daí que começa a surgir o pensamento inovador.

O primeiro passo para a inovação é ter a percepção daquilo que Pierre Lévy denomina de inteligência coletiva, a qual não se restringe apenas aos aspectos virtuais. Essa inteligência voltada para o âmbito da gestão quer dizer “conhecimento”.
Para que se possa levar ao cliente propostas inovadoras, faz-se necessário o conhecimento do todo, conhecer o cliente, conhecer seus concorrentes e principalmente conhecer o que vendemos - nossa empresa.

A W.Espanha já possui esse aspecto inovador e por onde começamos a exercitar essa inovação? Em nosso ambiente interno. Trabalhar em equipe, dar feedback a todos os setores, expor e aceitar opiniões, incentivar, saborear vitórias, dividir problemas e propor soluções são algumas das premissas utilizadas na empresa. Tudo isso vai gerando aquilo que chamamos de auto-confiança e motivação. Isso gera inovação, uma vez que a equipe possui mais disposição e capacidade de criar e não meramente executar.

É a partir desse “conhecimento interno” que propomos aos clientes melhores soluções em comunicação, pois em vez de oferecermos apenas propaganda, oferecemos gestão. Esse certamente é o grande diferencial das agências: oferecerem a gestão e a comunicação bilateral.

Inovar é correr riscos, porém esses ricos podem ser mensurados através de um bom planejamento. Isso é gestão. É planejar tanto o ambiente interno quanto o externo como um todo. Meus funcionários estão satisfeitos? Meus clientes estão dando um bom retorno? Minha empresa possui a imagem e identidade que realmente eu desejo e meus clientes esperam?

A resposta para essas perguntas são simples e podem ser facilmente resolvidas se a empresa possuir, acreditar e executar ações visionárias. Só assim as empresas, em especial as agências de comunicação, conseguirão alcançar a tão sonhada inovação e conquistar o mercado que vive seu mais alta taxa de saturamento.