Qualquer situação de comunicação humana compreende a produção de uma mensagem por alguém e a recepção dessa mensagem por outro alguém.
Na maioria da comunicação que observamos, o comunicador pretende influenciar as reações de uma determinada pessoa (ou grupo de pessoas) que não a sua própria. Todavia, sua mensagem tanto pode ser recebida pela pessoa a quem se destinava como por pessoas a quem não se destinava, ou por ambas. Definir o objetivo é o primeiro passo da comunicação.
Três fatores são importantes para o sucesso de um produto: boa qualidade, preço e distribuição. Mas há um quarto fator do qual qualquer bom produto precisa para ser um verdadeiro vencedor: a propaganda, a “alma do sucesso”, sua promoção junto aos consumidores. Inclusive porque muitos produtos são tão parecidos que praticamente não existe uma diferença real – física – entre as diversas marcas que brigam pela preferência dos consumidores. Sem propaganda, portanto, o mercado não teria registrado na cabeça várias marcas, nomes e slogans de diversos produtos.
Sendo assim, a mensagem é feita para receptores pretendidos ou não-pretendidos da comunicação. O comunicador pode influenciar alguém de forma não-pretendida, por esquecer que sua mensagem poderá ser recebida por outras pessoas além daquelas a quem a tenha sido destinado.
Os objetivos da mensagem da propaganda devem resultar de decisões anteriores sobre o mercado-alvo, a posição no mercado e o mix de marketing. Muitos objetivos específicos de comunicação e de vendas podem ser atribuídos à propaganda e podem ser classificados de acordo com o seu propósito de informar, persuadir ou lembrar.
Por isso é muito comum as empresas investirem grandes somas de recursos em busca de informações de seus clientes, principalmente porque para uma comunicação adequada é necessário estar permanentemente em contato com eles, que são as pessoas que estão utilizando seus produtos e serviços e podem oferecer informações decisivas para o crescimento.
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