quinta-feira, 26 de março de 2009

Folha de Pagamento da Unimed Varginha traz a nova Estrutura Organizacional

No dia 24 de março, a Unimed Varginha realizou, na Associação Médica, a eleição dos membros da Diretoria Executiva, Conselhos de Administração, Fiscal e Técnico-Ético e Diretoria Técnica do Prontomed do Hospital Humanitas Unimed (veja os eleitos no box abaixo). A votação aconteceu durante a Assembléia Geral Ordinária da cooperativa, das 8h às 20h.

A chapa vencedora foi a encabeçada pelo médico Roberval Silva Esper, formada também pelos médicos Carlos Braga, Pedro Paulo e Sylvano Fioravanti.

Este é o terceiro mandato de Roberval como diretor presidente da Unimed Varginha, (o primeiro foi de 2004/ 2006 e o segundo de março de 2006 a março de 2009) onde vem desempenhando um trabalho importante e de um comprometimento exemplar, apostando na administração profissional da cooperativa, incluindo a profissionalização da diretoria, dos conselhos e de todos colaboradores.

Para levar ao conhecimento de todos os médicos cooperados sobre quem faz parte da nova estrutura organizacional da Unimed Varginha, a folha de pagamento do mês de março, desenvolvida pela W.Espanha, apresenta os eleitos, frisando também que todos os demais cooperados fazem parte da nova estrutura.

Direção de criação: Rogério Azevedo
Diretor de arte: Rogério Azevedo Redação: Juliana Cândida Santos
Atendimento: Anelise Elizei e Wellington EspanhaMídia: Karen Lucchesi
Ilustração: Rogério Azevedo
Aprovação pelo cliente: Márcio Pereira, Amanda Fávaro, Dr. José Eugênio, Dr. Roberval Esper



Folha de Pagamento

quarta-feira, 18 de março de 2009

As Formas do Jornalismo Empresarial

Antes de falarmos sobre as formas do Jornalismo Empresarial, vamos lembrar as características do jornalismo.

Tido como uma atividade de comunicação de massa, pois se dirige a uma audiência grande, heterogênea e anônima, o jornalismo deve apresentar quatro características principais: atualidade, periodicidade, universalidade e difusão. Além disso, há ainda quatro gêneros, que são: o jornalismo Informativo, o Interpretativo, o Opinativo e o Diversional. O produto básico para todos eles é a informação e a diferença está nos objetos, nos apelos ou nas formas em as mensagens são apresentadas.

O Jornalismo Empresarial tem as mesmas características do jornalismo tradicional, pois a heterogeneidade, diversificação de interesse e o anonimato em relação à fonte comunicadora permitem que a audiência empresarial se assemelhe à audiência de massa.

Ele é dirigido aos públicos interno (por meios de boletins, que geram identificação e pode conter mensagens elaboradoras pelo próprio colaborador) e externo (neste caso, são usados jornais e revista para a relação com a comunidade). Algumas empresas reservam de 5 a 10% de suas tiragens para o ambiente externo (imprensa, poderes públicos, escolas, sindicatos, entre outros).

As publicações empresariais devem ter periodicidade regular, com intervalos mais espaçados, fatos da atualidade da empresa e apresentar informações de áreas diversas. Portanto,

No nosso próximo artigo sobre Jornalismo Empresarial vamos falar sobre as técnicas e políticas.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Conceito de Processo de Comunicação

Ferreira define “processo” como “qualquer fenômeno que apresente contínua mudança no tempo”, ou “qualquer operação ou tratamento contínuo”.

Ligamos a palavra “processo” ao nosso exame da comunicação. O conceito de processo é por si complexo. Se começarmos a discutir um modelo de processo de comunicação sem um sentido comum para a palavra “processo”, nossa discussão poderá resultar em visões distorcidas do que seja a comunicação.

Quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, Heráclito destacou a importância do conceito de processo, ao declarar que um homem não pode entrar duas vezes no mesmo rio; o homem será diferente e assim também o rio. Existem oito etapas no desenvolvimento de uma comunicação eficaz. O comunicador de marketing deve (1) identificar o público-alvo, (2) determinar os objetivos da comunicação, (3) elaborar a mensagem, (4) selecionar os canais de comunicação, (5) estabelecer o orçamento total de comunicação, (6) decidir sobre o mix de comunicação, (7) medir os resultados da comunicação e (8) gerenciar o processo de comunicação integrada de marketing.
O processo de comunicação passa por caminhos ora julgados delicados, pois se estabelecem questionamentos sobre aquilo que se comunica, levando-se em consideração que onde há comunicação há convencimento de uma das partes, o que nos remete aos princípios da teoria da comunicação que diz: toda comunicação é informação, mas nem toda informação chega a ser comunicação. A comunicação como informação, supõe a existência dos seguintes elementos: emissor, código, mensagem, canal, interpretação do código e recipiente, que somente se consuma quando o receptor estabelece o feedback com a fonte.

Todo discurso é um percurso, um caminho repleto por forças contrárias, com ruídos, rumores e interferências. A verdade como tal não é esperada por ninguém, o que está em questão é ganhar espaço ou reforçar a imagem, não somente uma proposição que se diz verdadeira.

Se não existe verdade isolada, o paradoxo da difusão será o seguinte: para despertar o interesse de alguém por um enunciado e fazer com que ele o retome, vai ser preciso que o outro leve alguma vantagem, portanto, venha a ser seu co-signatário ou co-produtor, apropriando-se disso, seja lá de que maneira for. Não há difusão, dizíamos, sem tradução, adaptação, nem deformação da mensagem. O discurso "que funciona" permite, certamente, que o indivíduo se reconheça nele e, ainda mais, dê a ele uma imagem de si, relacione-o ao coletivo. As grandes mensagens, religiosas, políticas, estéticas ou civilizadoras são as que trazem uma palavra e um corpo à comunidade.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Logomarca ou logotipo?

Diversas pessoas se atrapalham na diferenciação entre logotipo e logomarca. Logotipo é um termo corretamente utilizado para as marcas que possuem apenas uma caracterização específica com o uso de letras. Como o logotipo da Microsoft®, por exemplo. É apenas um conjunto de letras, com detalhe quase imperceptível, que caracteriza a marca da empresa. Já na utilização do termo logomarca é que mora o perigo. Do latim logo = marca e marca = marca, sendo assim temos "marca-marca". Parece bonito e correto ao se falar, mas está totalmente redundante.

É a partir do logotipo que todo o conceito de comunicação da empresa é desenvolvido. Cores, formas, padrão, estilo, objetivos e subjetivismo. Colocamos a alma da sua empresa expressa nessa pequena peça. Desenvolvemos o seu logotipo entendendo o seu negócio e as suas aspirações.

Para deixar bem claro:

Logotipo: marcas criadas utilizando apenas fontes estilizadas, como as da Coca-Cola, IBM, Microsoft, etc.

Símbolo: combinação de elementos e desenhos, com palavras, como os do Banco Itaú, LG, Shell, etc.

Em Design Gráfico, símbolo e logotipo pertencem à mesma categoria e cumprem a mesma função através de possibilidades formais diferentes. O primeiro através de estruturas abstratas, pictogramas, ideogramas ou fonogramas. O segundo através de uma palavra à qual se confere tratamento gráfico especial, de maneira a torná-la única entre tantas. E, um e outro, despertam associações sucessivas dado à natureza de sua estrutura.

E logomarca? Qual seria o sentido dessa genuína invenção brasileira? Logomarca quer dizer absolutamente nada. Já definimos o termo “logo” no latim, que em grego significa conhecimento ou palavra. Typos quer dizer padrão e também grafia. Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão quando se trata de logotipo. Agora, palavra-marca ou conhecimento-marca não faz sentido.