Ferramentas como a publicidade, propaganda e relações públicas agregam valor ao fornecerem aos consumidores mais informações para influenciar a tomada de decisão de compra, podendo também agregar valor para as organizações por meio da redução de custos, quando se trata de disseminar uma informação para um grande número de pessoas.
Sabe-se que o objetivo inicial da publicidade seria apenas o de informar sobre o produto. Mas hoje como os produtos disponíveis no mercado são muito parecidos, a publicidade tenta trabalhar por outros ângulos, despertando os desejos do consumidor e fazendo com que determinada marca se torne importante, não pelos seus atributos físicos, mas pelos valores transmitidos por meio das campanhas como, status, beleza e, até mesmo, responsabilidade social.
Sendo assim, uma vez que empresa privada é percebida como instituição, ela foge da hostilidade do público e passa a ser mais bem aceita pela sociedade. Isso acontece porque as pessoas já estão acostumadas a associar qualquer tipo de publicidade à venda direta, à manipulação. Falando dos valores institucionais da empresa responsável pela marca anunciada cria-se uma empatia através da qual o consumidor passa a considerar aquela empresa como “modelo” de comportamento e que não visa apenas o lucro, já que dando esta espécie de satisfação, ela dá origem a uma falsa imagem de que se importa com o bem-estar do consumidor.
Atualmente, um tipo de valor agregado à identidade muito comum é o de responsabilidade social, no qual as empresas se expõem para o público como preocupadas com questões de interesses relacionados à sociedade e consideram isto um diferencial altamente competitivo. Esta situação gera conseqüências ambíguas, pois mesmo tendo interesses lucrativos, as empresas que trabalham com causas sociais podem acabar contribuindo, de alguma forma, para a sociedade.
Outra definição para o termo “agregar valor” é de que o valor é o conjunto de benefícios esperados por determinado produto ou serviço, sendo que os consumidores comprarão da empresa que entregar o maior valor. Surge então a necessidade da organização procurar um diferencial competitivo.
Portanto, concluimos que um produto ou serviço pode ser entendido como tudo aquilo que uma organização pode oferecer a seu público e que pode ser desejado por seus clientes.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A Produção da Mensagem
Qualquer situação de comunicação humana compreende a produção de uma mensagem por alguém e a recepção dessa mensagem por outro alguém.
Na maioria da comunicação que observamos, o comunicador pretende influenciar as reações de uma determinada pessoa (ou grupo de pessoas) que não a sua própria. Todavia, sua mensagem tanto pode ser recebida pela pessoa a quem se destinava como por pessoas a quem não se destinava, ou por ambas. Definir o objetivo é o primeiro passo da comunicação.
Três fatores são importantes para o sucesso de um produto: boa qualidade, preço e distribuição. Mas há um quarto fator do qual qualquer bom produto precisa para ser um verdadeiro vencedor: a propaganda, a “alma do sucesso”, sua promoção junto aos consumidores. Inclusive porque muitos produtos são tão parecidos que praticamente não existe uma diferença real – física – entre as diversas marcas que brigam pela preferência dos consumidores. Sem propaganda, portanto, o mercado não teria registrado na cabeça várias marcas, nomes e slogans de diversos produtos.
Sendo assim, a mensagem é feita para receptores pretendidos ou não-pretendidos da comunicação. O comunicador pode influenciar alguém de forma não-pretendida, por esquecer que sua mensagem poderá ser recebida por outras pessoas além daquelas a quem a tenha sido destinado.
Os objetivos da mensagem da propaganda devem resultar de decisões anteriores sobre o mercado-alvo, a posição no mercado e o mix de marketing. Muitos objetivos específicos de comunicação e de vendas podem ser atribuídos à propaganda e podem ser classificados de acordo com o seu propósito de informar, persuadir ou lembrar.
Por isso é muito comum as empresas investirem grandes somas de recursos em busca de informações de seus clientes, principalmente porque para uma comunicação adequada é necessário estar permanentemente em contato com eles, que são as pessoas que estão utilizando seus produtos e serviços e podem oferecer informações decisivas para o crescimento.
Na maioria da comunicação que observamos, o comunicador pretende influenciar as reações de uma determinada pessoa (ou grupo de pessoas) que não a sua própria. Todavia, sua mensagem tanto pode ser recebida pela pessoa a quem se destinava como por pessoas a quem não se destinava, ou por ambas. Definir o objetivo é o primeiro passo da comunicação.
Três fatores são importantes para o sucesso de um produto: boa qualidade, preço e distribuição. Mas há um quarto fator do qual qualquer bom produto precisa para ser um verdadeiro vencedor: a propaganda, a “alma do sucesso”, sua promoção junto aos consumidores. Inclusive porque muitos produtos são tão parecidos que praticamente não existe uma diferença real – física – entre as diversas marcas que brigam pela preferência dos consumidores. Sem propaganda, portanto, o mercado não teria registrado na cabeça várias marcas, nomes e slogans de diversos produtos.
Sendo assim, a mensagem é feita para receptores pretendidos ou não-pretendidos da comunicação. O comunicador pode influenciar alguém de forma não-pretendida, por esquecer que sua mensagem poderá ser recebida por outras pessoas além daquelas a quem a tenha sido destinado.
Os objetivos da mensagem da propaganda devem resultar de decisões anteriores sobre o mercado-alvo, a posição no mercado e o mix de marketing. Muitos objetivos específicos de comunicação e de vendas podem ser atribuídos à propaganda e podem ser classificados de acordo com o seu propósito de informar, persuadir ou lembrar.
Por isso é muito comum as empresas investirem grandes somas de recursos em busca de informações de seus clientes, principalmente porque para uma comunicação adequada é necessário estar permanentemente em contato com eles, que são as pessoas que estão utilizando seus produtos e serviços e podem oferecer informações decisivas para o crescimento.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Conhecimento que faz diferença
Quando grande parte da população mundial acredita conhecer a fundo sobre a arte da comunicação, o entendimento de suas ferramentas e os possíveis resultados trazidos após sua aplicação são, certamente, grandes diferenciais para os profissionais da área, uma vez que este comportamento aponta para decisões inadequadas, que somente um especialista da área tem fundamentação para decidir.
O senso comum empresarial aponta para a existência e domínio de técnicas e ferramentas que demandam profundo conhecimento. Assim, uma grande parcela das empresas adotam políticas de comunicação ou definem suas estratégias de marketing baseado nas convicções populares ou mesmo nas percepções de entendimentos sobre a área.
Diante do grande número de informações por meio de ações da comunicação, é preciso mais que dizer pura e simplesmente o que as características do produto/serviço que se anuncia. Campanhas criativas e mídias alternativas são apenas algumas das maneiras de se conseguir chamar a atenção do consumidor. O mais desafiador é convencê-lo. Os profissionais devem lançar mão não só da propaganda, mas do marketing, das relações públicas, vendas pessoais e promoção de vendas com forte embasamento teórico e prático da área.
Dentre outras questões que se pode levantar resta uma certeza: o varejo de hoje não é mais o mesmo de 10, 20 ou 30 anos atrás, onde somente uma ação de comunicação de massa oferecia condições de se alcançar os seus consumidores em um só momento, de uma só vez todas as questões de comunicação e marketing da empresa poderiam ser resolvidas.
Hoje o cenário é de alta competitividade, com a crescente concorrência, as reduzidas margens de lucratividade e um consumidor cada vez mais atento e conhecedor das centenas de opções disponíveis para ele tomar uma decisão de compra assertiva. Há 20 anos poderia ser simples atingir este consumidor, sem muita técnica ou estudos. Hoje, entretanto, a atenção do consumidor é um recurso cada vez mais escasso. Todos estão ocupados demais para ouvir o que qualquer empresa tem a dizer. Assim, o estudo das teorias do marketing não se fazia tão fundamental e essencial para o sucesso dos empreendimentos varejistas, a inexistência de uma postura altamente profissional no que diz respeito à comunicação, ao marketing e a todas as ações de relacionamentos com os clientes fossem tratadas e desenvolvidas através de bases técnicas, planejamento e fundamentalmente por profissionais qualificados para esta atividade, não se faziam tão necessárias a ponto de estudos acadêmicos interferirem no sucesso do antigo mercado varejista.
O senso comum empresarial aponta para a existência e domínio de técnicas e ferramentas que demandam profundo conhecimento. Assim, uma grande parcela das empresas adotam políticas de comunicação ou definem suas estratégias de marketing baseado nas convicções populares ou mesmo nas percepções de entendimentos sobre a área.
Diante do grande número de informações por meio de ações da comunicação, é preciso mais que dizer pura e simplesmente o que as características do produto/serviço que se anuncia. Campanhas criativas e mídias alternativas são apenas algumas das maneiras de se conseguir chamar a atenção do consumidor. O mais desafiador é convencê-lo. Os profissionais devem lançar mão não só da propaganda, mas do marketing, das relações públicas, vendas pessoais e promoção de vendas com forte embasamento teórico e prático da área.
Dentre outras questões que se pode levantar resta uma certeza: o varejo de hoje não é mais o mesmo de 10, 20 ou 30 anos atrás, onde somente uma ação de comunicação de massa oferecia condições de se alcançar os seus consumidores em um só momento, de uma só vez todas as questões de comunicação e marketing da empresa poderiam ser resolvidas.
Hoje o cenário é de alta competitividade, com a crescente concorrência, as reduzidas margens de lucratividade e um consumidor cada vez mais atento e conhecedor das centenas de opções disponíveis para ele tomar uma decisão de compra assertiva. Há 20 anos poderia ser simples atingir este consumidor, sem muita técnica ou estudos. Hoje, entretanto, a atenção do consumidor é um recurso cada vez mais escasso. Todos estão ocupados demais para ouvir o que qualquer empresa tem a dizer. Assim, o estudo das teorias do marketing não se fazia tão fundamental e essencial para o sucesso dos empreendimentos varejistas, a inexistência de uma postura altamente profissional no que diz respeito à comunicação, ao marketing e a todas as ações de relacionamentos com os clientes fossem tratadas e desenvolvidas através de bases técnicas, planejamento e fundamentalmente por profissionais qualificados para esta atividade, não se faziam tão necessárias a ponto de estudos acadêmicos interferirem no sucesso do antigo mercado varejista.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Responsabilidade Social
Desde que surgiu a propaganda dentro dos moldes teóricos, ensinados academicamente como ciência que abrange conhecimentos de psicologia, semiótica, história da arte, entre outros, nenhuma corrida foi tão expressiva em termos de adesão quanto “a corrida das responsabilidades”.
Todas as agências incentivavam seus clientes a colocarem em prática ações de responsabilidade e, por sua vez, as empresas anunciavam aos quatro cantos suas ações, no maior número possível de veículos.
As responsabilidades brotavam como se estivessem em terreno fértil: responsabilidade social e cultural eram as mais praticadas. No entanto, um pouco do real significado da responsabilidade social ficou para trás: sua relação com a ética.
Traduzia-se e ainda é traduzido por algumas pessoas essa responsabilidade social como apoio, incentivo, patrocínio e outras formas de colaboração e/ou participação a eventos de cunho social.
Pessoas carentes, crianças abandonadas, idosos sem família, entidades filantrópicas foram o centro das ajudas dispensadas pelas empresas em forma de responsabilidade social.
Porém, uma parte importante ficava para trás: o social é composto por todos nós. Ele não se trata de assistencialismo, tão pouco de suprir necessidades básicas dos integrantes das classes inferiores.
Nessa visão, transmitir informações corretas ao colega de trabalho é responsabilidade social. É a consciência do trabalho executado com rigor e da satisfação do cliente para com a empresa ao final do processo de propaganda.
As empresas precisam instigar todas as pessoas que a compõem a tornarem-se cientes de que elas são responsáveis umas pela outras e conseqüentemente responsáveis também pelo bom andamento e continuidade dos processos que por elas são executados. Comprometimento com resultados: mais um gancho para o marketing.
Isso se reflete no comportamento do público interno (como já dito em artigo anterior) e principalmente: na imagem que o consumidor possui acerca empresa. Essa vivência, sem dúvida, é melhor que qualquer propaganda institucional com relação à construção de identidade empresarial.
Todas as agências incentivavam seus clientes a colocarem em prática ações de responsabilidade e, por sua vez, as empresas anunciavam aos quatro cantos suas ações, no maior número possível de veículos.
As responsabilidades brotavam como se estivessem em terreno fértil: responsabilidade social e cultural eram as mais praticadas. No entanto, um pouco do real significado da responsabilidade social ficou para trás: sua relação com a ética.
Traduzia-se e ainda é traduzido por algumas pessoas essa responsabilidade social como apoio, incentivo, patrocínio e outras formas de colaboração e/ou participação a eventos de cunho social.
Pessoas carentes, crianças abandonadas, idosos sem família, entidades filantrópicas foram o centro das ajudas dispensadas pelas empresas em forma de responsabilidade social.
Porém, uma parte importante ficava para trás: o social é composto por todos nós. Ele não se trata de assistencialismo, tão pouco de suprir necessidades básicas dos integrantes das classes inferiores.
Nessa visão, transmitir informações corretas ao colega de trabalho é responsabilidade social. É a consciência do trabalho executado com rigor e da satisfação do cliente para com a empresa ao final do processo de propaganda.
As empresas precisam instigar todas as pessoas que a compõem a tornarem-se cientes de que elas são responsáveis umas pela outras e conseqüentemente responsáveis também pelo bom andamento e continuidade dos processos que por elas são executados. Comprometimento com resultados: mais um gancho para o marketing.
Isso se reflete no comportamento do público interno (como já dito em artigo anterior) e principalmente: na imagem que o consumidor possui acerca empresa. Essa vivência, sem dúvida, é melhor que qualquer propaganda institucional com relação à construção de identidade empresarial.
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